sexta-feira, 24 de junho de 2011

A banca caiu

Como se não bastassem os criminosos que perambulam pelo Brasil, agora os de fora do país resolveram atacar , também.

Gente da grande, ordeira, civilizada Europa, sem ter nada para fazer andam atacando os sites nacionais. Mal informados, atacam porque haveria censura no Brasil. Oh gentinha!

Alguns colonizados ainda apoiam estes atos criminosos pois desde que sejam dos europeus são benvindos. Não percebem que atacam o país para mostrar que o Brasil não sofre guerras  comuns mas pode o ser por meios modernos.Que não merecemos ter tranquilidade visto que a vida deles anda um inferno.
Os europeus nos tratam mal , no discriminam porque somos descendentes da tralheira que foi posta para fora , os miseráveis fugidos da fome.Para eles sobreviverem e serem quem são precisaram fazer a limpa dos pobres. Hoje, sem lugar para mandar embora os desempregados, vão ter que adaptar-se à nova realidade histórica.

Enquanto a Europa tinha estabilidade econômica era cantada em loas profundas. Como a máscara econômica caiu, a de educados e civilizados veio junto.

A inveja que os europeus tem do Brasil e dos brasileiros devia ser mais estudada.
Ora, veja: KLIKA



quinta-feira, 23 de junho de 2011

A Tomada da Bastilha

Na noite de 21 de junho de 2011, na Globo,em programa noticiário da noite apareceu uma charge , daquelas com movimento.Não quero nomear o autor.É pago.Faz o que lhe mandam.
Suas charges  são políticas, isto é, criticam o governo federal.Seus desenhos são reconhecidos, não vem ao caso.
O que quero dizer é que , custou algum misógeno mandar as mulheres poderosas do governo federal para o fogão.E, ele afinal mandou.Resistiu seis meses mas carimbou a estupidez masculina.
Quando uma mulher é poderosa costumam dizer que é feia ou vadia. Por isto mesmo, houveram passeatas no mundo todo em protesto.Um basta para este tipo de discriminação. Se existem mulheres que querem fazer o que lhes manda o sistema , ainda prevalente, que o façam mas para muitas, basta. As dominadas estão nos recônditos dos lares nacionais e só aparecem quando são violentadas, espancadas ou mortas pelos bestiais que conseguem coabitar.É uma das vergonhas da sociedade machista que regurgita suas entranhas pútridas.

A charge a que me refiro, trouxe desenho das três poderosas do governo.  Dilma ao meio, ladeada por Gleise e Ideli. Dilma se viu abandonada pelas duas, em meio a uma reunião importante, porque elas teriam ido para o fogão. E, a charge termina com Dilma, dizendo que assim não pode.

Eu quero trazer meu protesto, que não vale nada, que é perdido nas milhões de páginas da net. Um estudioso das reações humanas disse, em um debate, que ao vermos coisas tão contrárias ao que pensamos ou propomos, é comum uma reação do nosso cérebro, que nos abate.

Nós mulheres temos que sofrer toda sorte de desaforos, humilhações e destemperos masculinos em nosso mundo ocidental ?  Nos tempos de militância feminista este cara poderia ter uma reação mais massiva mas, hoje em dia, a mulher procura estudar, alçar voos maiores do que perder seu tempo a enfrentar bestutos. Busca o poder e o terá. Mudou a estratégia da lamentação e voltou-se para a Tomada da Bastilha.

Além disto, desmerecer o trabalho doméstico, importante para a sociedade, para a família, para a formação da nação, para o andamento e rítmo do trabalho social é manter-se no rumo da indignidade.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

E, eles desceram da árvore

                          
Quando alguns macacos desceram da árvore para fazer a evolução, um grupinho ficou relutante e não  desceu. Juntos, encolhidos e encostados uns nos outros, desconfiados e invejosos, maldiziam os que desceram.Para eles o grupo, que já ia longe,trariam mudanças, disputas, brigas, pecados  e  o fim da vida sedentária.
Dos que desceram, alguns morreram comidos pelos animais desconhecidos, tiveram que variar o cardápio há tanto tempo sedmentado mas aprenderam a fazer novos abrigos, a construir armas de sobrevivência. Ficaram em pé nos dois pés para caminhar melhor e achar saídas para a  nova vida inclusive com erros e vergonhas.
Então o grupinho fofoqueiro, ao ver que as coisas deram certo, desceram da árvore. E... locupletaram-se das conquistas dos primeiros.Porque ninguém é bobo.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Copa América

Quando se quer tumultuar não há limites.
Na Bolívia importam do Peru os uniformes da sua Seleção. Então,há de pagar os impostos de importação.  A Seleção Boliviana tentou ludibriar o fisco não efetuando o pagamento e teve retidos os uniformes do time antes de saírem para a Argentina onde está sendo disputada  a Copa América. Ou seja, viajaram sem os uniformes, inclusive os de inverno.
Como está muito frio em Buenos Aires, os jogadores receberam as blusas de frio  da torcida. E, pasmem, a federação boliviana importou mais uniformes do Peru mas para que sejam mandados diretamente para a Argentina.
Será que vão preferir pagar os impostos de importação para a Argentina?

Enquanto isto,  no Rio o desastre de helicóptero que matou um grupo da
elite carioca, mostra grandes ligações do governador com empresários poderosos:Avião emprestado por Eike Batista, festa de outro figurão cheio de dúvidas políticas no Zé Dirceu, local cujo proprietário era empresário espertinho. De tanto dar ponto sem nó, o dono do hotel e piloto do helicóptero emprestado, deu com os burros n'água.

De cá, apenas assistimos o filme da choradeira, de quem a vida sempre foi mansa, com uso de avião da FAB, Notas Oficiais  e licenças rápidas. Para a
elite dinheiro não é problema e favores pagam tudo, depois.


Tá com tempo? KLIKA

domingo, 19 de junho de 2011

Mudanças na licitação

O governo Federal mandou Medida Provisória para simplificar as regras da licitação nas obras do governo para a Copa 2014. Uma delas é esconder os preços levantados nos orçamentos para os empreiteiros não combinarem suas ofertas.
Entretanto, tem gente protestando!
Pensar que vamos conviver até 2014 com essa lenga-lenga infernal de gente, falando mal da Copa .Vai ser um tormento!

sábado, 18 de junho de 2011

A Copa de 2014 ou Hospitais

O pequenino também pode
            
Enquanto os preparativos para a Copa de 2014 vão sendo providenciados, lemos verdadeiras pérolas do, aparentemente, óbvio. Uma delas é sobre a inversão de valores quando se empregará bilhões em infra estrutura e estádios para os eventos. Na cabeça de certas pessoas o dinheiro deveria ser empregado em hospitais e escolas. Não sabem que saúde e educação não passam apenas  por escolas e hospitais.

Estas mesmas pessoas não perdem tempo em falar  da Bolsa Família.Acham que o parco dinheiro fornecido para os miseráveis é para suprir apenas sua sobrevivência. Mas através dela e em monitoramento,o poder público pode chegar até às famílias de baixa renda  ou detectaram os problemas de saúde  e evasão escolar.

Sempre me admirei das eternas filas do SUS com pessoas gordas e doentes. Alguém do governo federal resolveu estudar estas filas. Firmaram convicção que estas  pessoas também estavam ligadas à Bolsa Família. De casa em casa descobriram que a miséria, a alimentação insuficiente ou deficiente, o analfabetismo e a ignorância enchiam as filas do SUS de doentes provenientes destas mazelas.
Então, construir apenas  hospitais para melhorar a saúde de uma nação só pode estar no equívoco das más administrações. Com estas pessoas cadastradas e em complemento, podem vir os planejamentos para aquisição de casa própria, treinamento profissional, alfabetização continuada,educação alimentar e diminuir,como consequência, as filas nos hospitais.

Quanto às obras para os eventos esportivos, com os estádios, virão as infra estruturas, o fornecimento de material que impulsiona a indústria, a criação de milhares de empregos. Mas, o mais importante é o advento do otimismo, da esperança, da crença no futuro de uma massa popular que nunca foi lembrada e, ainda hoje, é esquecida pelos eternos intelectualóides que só se importam com a metafísica importada de que no Brasil nada dá certo.  Para esta gente, o brasileiro é o eterno vilão.É fácil julgar e nada fazer, para  quem sempre teve o emprego garantido e a barriga cheia no aconchego do seu lar  alumiano qui nem graxa



quinta-feira, 16 de junho de 2011

Nossas noites, nossos dias...

                                    
 - Doe nos olhos!
                                                                                      
Os cérebros das pessoas não funcionam da mesma forma. O ruim é quando uns e outros querem fazer interpretação baseados no funcionamento das suas cabeças.
Um exemplo é o uso das lâmpadas incandescentes.Os interessados no fim da sua produção, querem fazer com que se entenda que os seus usuários são pessoas pobres e ignorantes. Não passa pela cabeça deste povo que a verdade possa ser outra.

Existem pessoas que gostam da noite e não querem fazer que ela pareça dia. Noite é noite, escura, com sombras, com nebulosidades, com seus mistérios.Tentar trazer para ela a claridade do dia é coisa de alguns mas não de todos.

Eu, por exemplo, gosto da noite como ela é. Não quero claridades, luzes fosforescentes a iluminar tudo,feericamente.
Existem pessoas que deixam a casa toda acesa, iluminada enquanto outras apagam as luzes dos cômodos tão logo saiam deles.É um costume que pode ser interpretado como querer ser econômico e gastar menos energia ou por não gostar de tudo iluminado.

Ontem eu vi uma iluminação estranha na fachada do prédio da esquina e fui olhar o que seria e constatei que havia morador novo no apartamento confrontante e que a iluminação  era fortíssima, branca, em todos os cômodos.Enquanto eu fiquei pasma por tanta luz acesa , o morador pode ter se espantado com minha casa às escuras, quase aproveitando apenas a lâmpada da iluminação pública, em poste frente à minha casa, entrando pela abertura do pergulado da sala. Gosto das sombras da escada, enroscada, feita de madeira de lei, do pergulado nas flores,das aberturas do telhado no chão, do arco do corredor na parede retilínea. Quando a luz da sala está acesa faz sombra na parede, nos entremeios, nas janelas. A luz fosforescente ilumina tudo, fere os olhos, cansa as vistas, não deixa nada escondido, doe nas retinas.  Pior, as lâmpadas chamadas econômicas não podem ser acesas e apagadas continuamente  pois cada vez que isso ocorre diminui o seu tempo útil, queimam com facilidade. Então, são acesas e só devem ser apagadas tempos depois, na precisão.

Outro dia, fui comprar uma lâmpada convencional e lá estavam  duas mulheres. Conversamos sobre este assunto e elas também não querem  fazer da noite, dia. Saímos com nossas lâmpadas convictas de nossas formas de viver e ver a noite, de ver as sombras e os desenhos das nossas casas. Falamos desta gente que  não respeita as diferenças, principalmente  quando se acham  tão modernos que se perdem nas luzes de suas inteligências a querer impor novas práticas a seu sabor.Se nós seremos obrigadas a abandonar nossas estilos de vida eu não sei mas deviam procurar ver o mundo com menos autoritarismo e deixar as lâmpadas comuns nos seus devidos lugares.

Quer ver os enganos? KLIKA

Botijas e cilindros: Diferenças de preço


                    


Existem dois tipos de gás para uso doméstico: o de botijão pequeno ( botija ) e o outro grande  (cilindro). Entretanto, poucas pessoas sabem que o preço é diferente. O do cilindro é equiparado ao gás  industrial, portanto mais caro. Em alguns lugares, cinquenta por cento.

Muitos condomínios possuem instalações completas onde o cilindro é colocado  em departamento próprio e não dentro da residência. Ora, se o consumidor adquire a botija vazia e somente paga o gaz, porque a diferença de preço?
Já escrevi mais de uma vez para deputados federais expondo esta diferença e sugerindo equiparação mas , parece,  nenhum está interessado.
Eu acho um absurdo este tratamento dado ao uso doméstico como se fosse indústria. A única  forma de protesto é ignorar a instalação comum e comprar a botija pequena. Nas famílias de gastos altos, a diferença é interessante.Mas, o mais importante é boicotar a exploração e o tratamento, de pato, dado ao consumidor.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Plastificada mas riquinha

Ana Rickmann está na moda ; programa de televisão, anúncios a dar com pau ,tralheiras a serem vendidas com o seu nome. Entre estas, armações de óculos. Malditas sejam! Comprei um par de óculos e só notei que era bancado por ela quando cheguei em casa. Comprei meio às pressas porque perdi o meu,não sei aonde, e não tinha tempo para procurar outro modelo. Comprei pela aparência.
Esta pessoa não devia dar seu nome para coisas caras mas ordinárias. Em pouco tempo os óculos não servem para nada ou servem para marcar meu rosto, pesarem uma tonelada, sair do prumo.

Já pensei em mandar um email para ela com todos os palavrões do planeta mas ela vai apenas rir com a aquela cara de plástico e verificar a sua conta no banco.
Se nunca gostei dela, agora , então...

domingo, 12 de junho de 2011

Coisa de novo rico

 Battisti! Quanta bobagem apoiada nos recalques recíprocos. Um país como a Itália que se sustentou durante século, incentivando seus miseráveis , espertinhos e até criminosos a debandarem-se para a  América ...

A Itália manteve-se altiva, sofisticada e limpinha enquanto colocou porta afora os seus pobres coitados que chegaram por aqui cheios de doenças, com os dentes caindo aos pedaços, para trabalharem como nenhum dos que lá ficaram, jamais fizeram em suas vidas. Não fossem estes, todos morreriam de fome. Agora, um seu homem público corrupto e sacana, quer tirar onda por conta de um criminoso nascido dos tiros recíprocos de vendetas, talvez, políticas.

É muito pouco para ofensas nacionais. Mais parece com aquele caso de um menino nascido de pai estadunidense e seus avós, cariocas, metidos a besta. Nas devidas proporções, o povo brasileiro nada tem com os fatos para   ser ofendido.

O Velhaco deve ter negado a extradição do italiano que ri, apenas como coisa de novo rico; só para mostrar como é bom ser tratado como república das bananas. Não foi àtoa que alguém , lá da Itália, falou que não eram república das bananas como quem dissesse que o Brasil o seria.

Bem feito! Quem mandou cutucar onça com vara curta... Se aqui entrou tantos italianos de segunda, mais um menos um não vai fazer diferença nenhuma.

sábado, 11 de junho de 2011

Sujeiras nas correntes


Esta semana que passou foi muito para o meu espírito.  Não bastasse a patrulha que ronda todo blogueiro.  Querem nos enquadrar sem nos conhecerem , querem impor seus estilos e arrogâncias. Ainda mais se sequer frequentamos   seus blogues copiativos.  Geralmente é gente provinciana, oriunda de lugares pequenos, onde todos querem saber da vida dos outros e,  não conseguindo enquadrar  o bestunto,  o impositivo vai para a esquina falar mal do sujeito recalcitrante e orgulhar-se de carregar consigo as ovelhas sempre tangidas. Em vez de cuidar da própria vida,  não tira o olho da vida dos outros.

Não bastasse isto, a mídia dominante, de um lugar só, vincula vinte quatro horas por dia a miséria, o crime, a desgraça. São jornalistas que pinçam no mundo todo  qualquer desastre, qualquer coisa que possa provar por A mais B que o brasileiro é safado, vagabundo, ladrão, incompetente.Não acredito que, nestes lugares, todos sejam ineptos. Não é porque um pai joga a filha pela janela, um médico abusa de suas clientes e dá entrevistas, a justiça estadual não prende criminosos contumazes e cínicos  ou a produção de políticos corruptos nunca acabe, que  um país tão grande seja todo igual.

Não dá para abrir a internet e só ver notícias que desmoralizam o brasileiro. A quem interessa esta postura? Esta forma de ver a vida, sempre tentando desmoralizar tudo e todos interessa a alguém?  Pois que , por exemplo, nos EUA acontecem desgraças de toda ordem e quem falar mal deles nunca mais entra lá, negam o visto, são barrados para sempre. Mesmo quando, lá, um  programa de televisão faz piada com seus erros sempre tem uma alegria, um chiste e nunca um desmerecimento, uma negatividade. Outro exemplo é quando plataformas de petróleo desabam,  e não são poucas, contaminam a natureza, a forma de análise, de cobrança, é para evoluir e não para provar que são incompetentes. Deve ser por isto que são a maior nação do mundo. Decidem absurdos a ponto da topetuda secretária de estado ir para dentro da Síria dar palpites na queda do seu ditador e preparar o país sem ele mas a mídia nacional, hegemônica e burra, se  esquece de dizer o que sempre diz do seus nacionais.


Cansei, o povo brasileiro não é meia dúzia de gente ordinária com voz tonitroante,  com licença para verbalizar sua incapacidade de produção positiva.  Precisei de um  tempo para limpar estas desgraças, fazer faxina deste povo na minha mente. Não moro onde eles moram e , por aqui, as pessoas são civilizadas e ninguém se mete na vida alheia, ninguém vem nos dizer o que fazer  ou dizer. O Brasil tem muitos países  dentro dele e, quem mora na cloaca do Brasil que limpe suas sujeiras sem respingar nos outros, e, inclusive arraste suas correntes na pê que pê.




domingo, 5 de junho de 2011

Orquestra de Câmara de Mato Grosso

Maestro Leandro Carvalho
                     
A TV Câmara descortinou para os brasileiros que, como eu, são ávidos em conhecer nosso país longe da mesmice das informações de sempre. No meio de tanta notícia negativa, exortando liberação de drogas, sexo explícito  e dando prioridade à violência mal podemos saber o que de bom acontece pelo Brasil.  Esta ignorância do próprio país leva muitos a acharem que só existe coisa ruim e que no estrangeiro estão todas as boas ações.

Eu me refiro ao trabalho executado pela Orquestra de Câmara de Mato Grosso, que divulga, também, a ótima música nacional com a roupagem erudita dos instrumentos de cordas.Inclusive, os instrumentos regionais e seus rítmos caboclos como o rasqueado .
Uma das boas emoções mostradas pela televisão e, ainda mais, música com roupagem erudita que não nos faz dormir. Obrigada, TV Câmara , por divulgar o verdadeiro Brasil, orgulho de todos os brasileiros que  recusam-se a ser teleguiados de interesses inconfessáveis.



Não conhece? Para começar KLIKA aqui.

Está com tempo? Então, KLIKA

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Guerra Fiscal

                                     
Alguém resolveu chamar de Guerra Fiscal a forma como os estados da federação encontraram para industrializar seus respectivos parques. A coisa começou nos anos sessenta quando o governador Rondon Pacheco deu o terreno e isenção de ICMS por dez anos  à FIAT para que ela se instalasse em Betim, Minas Gerais. Não havia outra forma. Os estados mantiam-se em segundo plano enquanto São Paulo tornava-se a potência que permanece até hoje.
A idéia foi copiada pela Bahia com a criação de seu parque industrial e , pouco a pouco, copiado por outros estados. Até a Zona Franca de Manaus foi criada na esteira da idéia. O nordeste não teria uma indústria se não fosse esta forma de atração para  os empresários.

Quando as indústrias de São Paulo começaram a abandonar suas metas e irem para  outras regiões é que começaram as gritas de praxe. Ninguém agrega a parcela do fortalecimento do sindicalismo em São Paulo e o aumento da criminalidade no Rio de Janeiro.  Só contabilizam o proclamado prejuízo de setecentos bilhões de reais nos últimos cinco anos. Prejuízo para quem se há isenção de ICMS mas crescem os empregos e , consequentemente, outras indústrias secundárias que se interligam?

Depois que as regiões crescem com os incentivos fiscais e já se passaram tantos anos, o Supremo Tribunal Federal decide que é inconstitucional. Passa por cima, mais uma vez, do Congresso Nacional e dos interesses nacionais regionais que defendem-se de uma federação protetora  dos grandes centros.

Enquanto mantem livre bandidos de primeira linha por tantos anos, metem-se em atropelar assuntos políticos de interesse de cada região do país.  Pena que não podemos ler todo o processo para tomar conhecimento dos reais interesses e defesas que regulam esta decisão.


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Pare de fumar !


O combate ao tabagismo não para. Todos sabem quais são os malefícios do cigarro. Ninguém vai deixar de fumar porque alguém ficou de lengalenga na televisão, gesticulando tanto que não prestamos atenção no que falam. Não adianta mostrar o invisível nem fazer arte sobre o absurdo pois desvia o foco. ( ? KLIKA )

Uma campanha para dar algum resultado precisa de imagens vívidas na tela. Exemplo: Há uns doze anos, uma emissora mostrou dois pulmões. Um era de um fumante e outro de um não fumante.Com um bisturi na mão o apresentador cortou os dois pulmões, um de cada vez. O pulmão do não fumante era macio como gelatina e de cor clara.Limpo por dentro, dava para ver os alvéolos. O pulmão do  fumante era preto, caracaxento e, para ser  cortado, precisou de um martelinho, batido com força no bisturi. Dentro dele, parecia picumã.

No mesmo programa apareceram alguns personagens conhecidos que tiveram câncer de pulmão e participaram de campanhas antes de morrer.Eu me lembro da filha de Nat King Cole, dizendo que seu pai fumava para manter a voz aveludada. Mostrou a foto dele antes e depois da doença. Nat chamou a atenção pela sua cor, quando veio ao  Brasil.Nelson Gonçalves deu uma entrevista, dizendo que o vira passar nos corredores da TV Record e que era azul de tão negro. Pois no filme da campanha ele havia perdido a cor, estava magérrimo e lívido.

Mas, o que mais me impressionou foi o depoimento de Yul Brinner.Já magro e abatido, contando que havia fumado por quarenta  anos. Depois, com aquela boca lindíssima que tinha, disse em inglês:
- Haja o que houver, não fume. D'ont smoke 

( Veja Aqui)

Eu me lembrei de Charlston Heston falando sobre o filme Os dez mandamentos e contando que todos eles faziam ginástica para manter a forma e aparecer melhor com o dorço nu e que Yul Brinner nunca fez ginástica com eles, que era forte naturalmente e que poderia ter vivido muito mais se não houvesse fumado.
Depois deste programa, parei de fumar.
          

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Nota: Por pouco não publiquei a foto de Yul Brinner nu em pelo !!! ( KLIKA)