segunda-feira, 7 de novembro de 2011

As faces da mesma moeda

Isto foi descartado pelos uspeiros
                               
A morte do cinegrafista da Band, no confronto da polícia com os bandidos no Rio de Janeiro é mais uma etapa horrenda do ponto em que chegou aquele lugar.

Pior ainda são os bandidos da USP, supostos estudantes universitários,  invasores e destruidores  de locais públicos, com caras cobertas qual os mesmos bandidos nos morros cariocas. 


O pano de fundo é o mesmo; as drogas, seu uso e comércio e o confronto com a autoridade policial, braço armado do estado ao impor a lei.

Ambas as cenas, são contra a sociedade que trabalha e procura levar este país adiante. A idade é a mesma e todos são marionetes dos mesmos manipuladores ; os traficantes.

Espero que, no futuro, nenhum deles dê entrevista em canais, pretensamente de vanguarda, na televisão à cabo...

4 comentários:

Jota Effe Esse disse...

É sempre a mesma história, se deixar a cobra crescer (como deixaram os traficantes) aí não tem mais jeito, principalmente com governantes corruptos. Meu beijo.

Micha Descontrolada disse...

amei o q escreveu, concordo plenamente...

/(,”)\\
./_\\. Beijossssssssss
_| |_…………….

Maria Eugênia disse...

Aluno que é aluno em final de semestre letivo estaria mais preocupado com os "deveres e obrigações" acadêmicas do que promover o suposto "movimento anárquico"... Tudo tem limite, desde a mais tenra infância, ao periodo da adolescência, adulto e velhice. É assim que se vive em sociedade, ou não? Acho que para estes supostos estudantes a resposta seria um não. Nada de limite ou ordem... Nem em Cuba é assim, não foi na URSS, não é também na China...
Deveriam aproveitar a oportunidade de estudarem na melhor universidade da América Latina, tirar proveito de todas as ferramentas oferecidas pela instituição, mas infelizmente a falta de visão/maturidade não proporciona esta leitura.

Engraçadinha disse...

Ai... eu não sei o q dizer.
A proporção que isso chegou foi exagerada, mas por outro lado, por q não se resolve o problema das drogas sem hipocrisia?
Não sou a favor da depredação do patrimônio publico ou privado, nem a favor da violência ou truculência, mas enquanto não se revisarem a discriminalização da maconha nesse país, absurdos assim continuarão.
Na mesma proporção, quando se fazia passeata pacífica pelo mesmo assunto na zona sul do Rio e a PM ofendeu os cidadãos que ali estavam, chamando-os de safados e baixando o cacete gratuitamente. Não houve baderna naquele caso, nme gente usando a droga. Apenas faixas e panfletos.
Portanto, para tudo nesse país, enquanto não se criarem leis não-hipócritas/ cópias fiéis do modelo americano, enquanto o Brasil não tiver personalidade, coisas como essa continuarão a existir.