terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal !

                                                           





Para todos que por aqui passam, participam dos meus textos com seus comentários,
Para todos que por aqui passam sem deixar rastros,
Para todos que me prestigiam, vindo aqui

Um Feliz Natal !
Que Jesus esteja com todos.

Se estiver com tempo, meu presente para todos: KLIKA 

Algo de podre no Reino da Polícia Militar

                                       

Quando a polícia esteve no prédio fechado da minha rua, ( Se não sabe do fato KLIKA) com duas viaturas, deixou ir embora um nóia, que estava lá dentro. Ninguém me contou, eu vi.

Com as portas batendo, e quase meu filho entrou lá, havia uma pessoa lá dentro. Eu sabia mas não acreditaram em mim. As portas pararam de bater mas o barulho de vidro quebrado continuava. Foi por acaso?  O 190 da PM não atende mais meus telefonemas diante da minha insistência. Ninguém aparece. 

Agora, três horas da tarde, meu filho viu, por cima do muro o mesmo nóia, solto pela polícia, descendo pela muralha, pelo lado do lote, usando a mangueira de incêndio. Levava uma armação de alumínio de uma janela.

Ansiosíssima, telefono, do meu telefone fixo, para o 190 e não atendem, definitivamente. Usei meu celular e atenderam. Estou marcada, ai de mim se precisar deles! Mandaram dois PMs, meninos, cada um em sua moto. Interessados, entraram no lote, viram a mangueira, ouviram a descrição do ladrão, foram embora e não voltaram

A conclusão a que eu chego é que, diante de um prédio de quatro andares, com dezesseis apartamentos de dois quartos, bem acabado cujo dono é ricaço carioca que não aproveita o edifício, melhor deixar prá la´.

Tem outro detalhe, mais de um PM sugeriu a mim e ao responsável que os deixassem morar no prédio. Assim, espantariam os ladrões.

Gente, eu  não estou insinuando nada. Apenas, relato o que vejo neste mundinho mínimo, em cidade zero, pensando no que pode acontecer por aí. E, tendo a certeza de uma coisa: Paranóica eu não sou.

Equador

                                     
Filipe Duarte

O Canal Cultura reprisou a série portuguesa Equador cujo autor é Miguel Sousa Tavares e  ator principal  Filipe Duarte. Um excelente trabalho da televisão portuguesa  e mereceu ser reprisada. Aparentemente, é uma história de triângulo amoroso comum. Entretanto, após análise melhor percebe-se a mensagem que o autor quer passar e compreende-se o trabalho do ator protagonista.

Tido como um dos melhores atores de Portugal, Filipe Duarte dá lições  de interpretação. Consegue dar ao papel a dimensão correta. Na história, percebe-se , ao final, que o papel da Inglaterra, no início do século XX era promíscuo, interesseiro e controlador das ações do mundo e Portugal estava entre os países controlados. Enquanto Portugal preocupa-se em explorar os nativos é explorado pela Inglaterra.

No desenvolver da história, o papel principal, um português governador de São Tomé e Príncipe, cai na armadilha criada pela inglesa, esposa do consul da Inglaterra, mandado para verificar o tratamento dado aos trabalhadores das fazendas, todos negros. Ao envolver-se com a inglesa , o português decreta sua derrota pois esta não quer mais do que atingir seus objetivos aventureiros e de satisfações pessoais. Mas o governador leva à sério a relação. E, como acontecia no início do Século XX, auge do romantismo, desmorona ao perceber que foi instrumento dos interesses da inglesa. 

Se a interpretação for simples é mero folhetim amoroso mas , na verdade, o autor quis mostrar a fragilidade de Portugal ante os interesses frios da Inglaterra. E, quem sucumbe é Portugal, o mais frágil, fazendo com que a Inglaterra, o mais forte, saia de cena depois de destruir uma fonte de desenvolvimento português.

As filmagens tem tons de cinema. Filmado em São Tomé e Príncipe, caracterizado em tons pastéis, roupagens de época, cavalos soberbos e paisagens lindíssimas. Entretanto, teve um erro fundamental porque os petralhas, mais uma vez, interferiram no trabalho alheio e mandaram dublar os atores sem nenhuma necessidade.

Parabéns aos envolvidos nas filmagens. Assistir Equador foi um deleite.


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Snowden: Cesteiro que faz um cesto...

                                  

Edward Snowden, técnico de espionagem da CIA, abriu a Caixa de Pandora  de seu empregador e , como consequência, está asilado na Rússia por tempo determinado. Agora, procura país que queira recebê-lo como cidadão residente. É preciso encontrar país, disposto a enfrentar o Tio Sam, tubarão ávido por puní-lo. Os segredos que ele entregou ao mundo mudaram comportamentos e  abalaram estruturas.

Dentre os países , dispostos a mostrar independência dos EUA, a Venezuela foi a primeira a oferecer asilo permanente. Mas Snowden quer um país onde haja liberdade e a Venezuela não é bem este lugar. Quer vir para o Brasil. Disse que não vai trocar as suas informações sigilosas por asilo. Mas quer trabalhar no Brasil e oferecer seus conhecimentos para proteção dos segredos nacionais.

É difícil ele vir para o Brasil aplicar seus conhecimentos pois confiança é fundamental no campo em que ele domina. Ora, se ele entregou segredos dos EUA, seu país de origem, não há garantia alguma que não fará o mesmo com outros empregadores. 

Para recebê-lo sem trabalhar não sei como poderá ser feito. A trabalhar na iniciativa privada,  será interessante em alguma empresa para consertar computadores. Assim mesmo , haverá o risco dele divulgar segredos captados no HD do cliente.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Trapalhadas da polícia

                                     
- Haja paciência!

Eu sei que é moçada nova e só a maturidade faz as pessoas olharem para todos os lados. Mesmo assim, ainda sobram  cantos e necessidades. E, somos apanhados por gentinha que não cobra tempo para nos pegar em armadilhas. Até mesmo achincalhar conosco na internet, em seus blogs pseudo intelectuais. Eu mesma já passei por isso. Por gente desconhecida, patrulha de blogueiros e autoritarismo, querendo enquadrar todo mundo sob sua ótica.

Entretanto, treinamento de policiais precisa ensinar a olhar pelo canto do olho, ter iniciativa, obedecer o comando mas ser livre para decidir dentro de um leque de possibilidades. Talvez, a diferença esteja entre a capacidade de ter olhar lateral. Assim como a diferença entre um craque de futebol e mero bom jogador.

Os policiais, ao buscarem o pente de balas deixado para trás no prédio fechado, em frente à minha casa, deixaram  portas abertas. (Se não leu KLIKA) E, estas batem com o vento. Mas fecharam as portas das varandas que dão para a rua. Como entrar agora?

Eu pedi a eles que não deixassem portas abertas mas não captaram a mensagem. Agora, é esperar a chuva passar, tentar entrar por onde eles entraram para buscar o pente de balas.

Não posso deixar de matutar: - A quem estamos entregues no combate à bandidagem ? Por isso demoram a chegar e, quando chegam, o bandido já se foi. Não é incompetência. É burrice mesmo.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Socorro!



Se continuar a chover assim não garanto minha casa em pé ou eu viva !
- Toró, toró, toró!

O exemplo vem de cima

                               
        
Coisa mais desagradável é a cadeirinha, imposta pela lei de trânsito,  para transportar crianças até dez anos. É cara, precisa ficar no porta malas quando não usada, para não atrair gatunos. Sua utilidade maior é a oportunidade de começar a educar as crianças para obedecerem  as leis. Fazer com que a criança feche o cinto de segurança, tão logo sente-se na cadeirinha, é um belo exercício para comportamento futuro.

Entretanto, a Presidenta  Lula, não percebendo que estava sendo vista,  carregou  seu neto, filho de uma promotora de justiça, fora da cadeirinha. Apanhada no erro, considerado grave pela lei de trânsito, pediu desculpas. E, ficou por isso mesmo.

Se tem algo horroroso é uma pessoa cometer erros e dar como resolvido pelo simples pedido de desculpas. Mal exemplo, retrato do costumeiro comportamento equivocado de inúmeros nacionais.
Não é demais pedir exemplo impoluto de quem está em destaque. A tendência do brasileiro em ser macaquito, para o bem ou para o mal,  faz com que, com exemplos tão equivocados faça perder qualquer educação.

Tempos atrás, o ex governador de Minas Gerias, pretendente a ser presidente da república, foi pego dirigindo no Rio de Janeiro depois de beber. Recusou-se a fazer o teste do bafômetro, desmoralizando a tentativa de educar o brasileiro no trânsito.

Esta semana, o governo fez reunião para montar estratégias para diminuir as mortes no trânsito. Essa gente não percebe que o comportamento das pessoas públicas vale mais que a trabalheira de hordas e a fortuna que gastarão.

O exemplo vem de cima e o país é o retrato da inconsequência dos seus dirigentes.

Melhor educação é o exemplo: KLIKA

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Um pente deixado para trás

                                       
Os policiais, bem vestidos e sarados, chegaram vinte minutos, após muita insistência pelo 190. O prédio, fechado, cujo dono é um carioca endinheirado,construído fora da lei,( Captaram?!) estava sendo invadido. O mesmo grupo que o invadiu ano passado e saiu com ordem judicial rápida.
Quando chegaram, os bandidos já tinham ido, levando as portas de alumínio da entrada. Tudo planejado durante a semana. Nada por acaso.                                      

Os PMs, bonitões, jovens,cheios de pose, entraram no prédio com má vontade. Ficaram lá  por um bom tempo.
No mesmo dia, o responsável mandou lacrar a porta roubada, com tijolos, na tentativa de por fim aos transtornos.

Hoje, pela manhã, uma escada foi encostada no muro lateral e dois homens entraram. Contactado o responsável, foi dito que eram policiais atrás de um pente de balas, deixado  lá dentro. 

Assim não pode! Assim não dá!

Em tempo: Para não generalizar, o fato se deu em Guarapari, no minúsculo e incipiente estado do Espírito Santo.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Produção da última Kombi

                                   

Nesta data, dia 19 de dezembro a Kombi deixou de ser produzida. Pararam as máquinas de sua produção. Considerada obsoleta, fora dos padrões modernos, o  que incapacita a colocação de air bag e freios mais funcionais, vai virar peça de colecionador.

A Kombi foi muito usada para transportar trabalhadores, grupos, famílias grandes. Eu mesma usei em algumas ocasiões e à trabalho. Especialmente quando dava aula no Colégio Les enfants, na década de setenta. Eu saia correndo da faculdade, pegava o ônibus, almoçava à mil para, ainda, pegá-la no ponto, junto com outras professoras e ir trabalhar na Pampulha, na Alameda do Ipê Amarelo. Que correria! Que saudade dos meus alunos! Onde estarão?

Eu fazia questão de ir na frente, onde cabiam o motorista e mais duas pessoas. Achava uma maluquice aquele carro sem frente. Parecia que ia bater na traseira dos outros. E, eventualmente batiam mesmo mas nunca aconteceu conosco.

Quando passávamos em frente ao quartel da PM na Av. do Contorno, Ana Maria A.N. gritava, com pronúncia de deboche, que ali estava cheio de homem fardado e queria parar.( A  propósito: KLIKA).

Não vou ficar nostálgica. Quero apenas deixar meu registro de data importante para a indústria automobilística com a aposentadoria de mais um modelo  que fez história. Ao mesmo tempo, fica a sensação de mais uma página virada na vida.

Liderança de privilégios

                                     

Com o fim do ano aparecem as avaliações nos vários setores. A mídia dá voz a quem tem poder e esquece da verdade. Esquece, inclusive, que a ditadura do proletariado, em vigor no país, tentou calar a imprensa através de um dos seus baluartes, escondido nas trevas e emergindo sorrateiramente. 

A última da imprensa atrelada aos petralhas é tentar denegrir o Supremo Tribunal Federal quanto ao julgamento dos autores do Mensalão. Para ela, o julgamento foi populista. Talvez confunda os conceitos e prefira esconder em vez de irradiar pela televisão o que se passa nas salas de julgamentos.

Essa mesma imprensa à busca de leitores fáceis, prefere massificar e denegrir time de futebol rival de seus desejos. Deixa de pressionar, no mesmo diapasão, por tratamento igualitário entre os presos da cadeia da Papuda, em Brasília, onde o chefe dos mensaleiros continua a liderar diferenças e privilégios. O mesmo populismo que condena, rege sua pauta.

É preciso combater qualquer privilégio havido nas cadeias a favor dessa gente.  São piores que os presos comuns. Tiveram todas as oportunidades na vida. Alguns tiveram mais de uma chance para participar, com brio, da construção da nação. Optaram pelas trevas, por caminhos eivados na ilegalidade. Não justifica nenhuma diferença de tratamento. Muito menos nas filas de triagem ou nas visitas.

Véspera de Natal é uma ocasião de fugas e rebeliões nas cadeias. Boatos mostram que, em Brasília avizinha-se uma rebelião com cara de protesto. Seria bom que os presos, gente punida por não obedecer as leis, sejam os primeiros a quebrarem tudo, exigindo que a lei seja a mesma para todos.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Nadando nas mesmas águas

                               

As torcidas, formadas de gente capaz de matar em estádios, agrupam-se na internet para fazer seu papel destrutivo.
Essa gente, se não consegue entender que futebol não é pretexto para descontrole de suas psicoses , não vai entender que o Fluminense não deu causa às punições à Portuguesa.

O pretexto  de erros no passado, alguns de trinta anos, não avalia a continuidade deles.

Os paulistas, que não suportam pensar que o seu futebol está em baixa e vai piorar com a construção de estádios fora do eixo hegemônico, estrebucham. Com o apoio da mídia torcedora , formada por sites, portais, blogs encomendados e formadores de opinião irresponsáveis mas comprometidos com o clube do qual são torcedores.

Os mesmos que protestam contra as burlas na lei de forma geral e , até , vão às ruas são os mesmos que defendem um time de futebol que praticou ilegalidade ( escalando jogador suspenso) não ser punido. Por isso o ensino é defasado e as provas do ENEM tem notas baixas. Essa gente não sabe ler o texto.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Com as barbas de molho

                              


Os comentaristas desportivos estão se lambuzando com a distorção da verdade.

Com o julgamento dos erros cometidos pela Portuguesa e Flamengo, punidos pelo tribunal desportivo por burlarem a lei, a tabela de classificação do Campeonato Brasileiro mudou completamente. Punidos por jogarem, na última rodada , com jogadores suspensos, tiverem duro revés e alavancou  o Fluminense na tabela. Este, completamente fora dos erros e interpretações mas achincalhado como se responsável fosse.

Entretanto, com ares de torcedores e alimentando histórica rivalidade entre o futebol Rio/São Paulo, a mídia desportiva distorce a realidade, alimenta interpretação errônea,burla a ética, perde a oportunidade de passar conceitos positivos. Pior, capitaneados pelos eternos inoportunos e insuportáveis cronistas, endeusados em suas respectivas baias.

No entendimento do futebol, é bom deixar a barba de molho.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Cachorro sarnento mas não morto

 O verdadeiro brasileiro
                                                                                                    

Com a proximidade do Natal, os ânimos derrotistas, os traumas de origem ficam maiores. Não é fácil ser descendente de europeu corrido com o rabo entre as pernas e africano transportado debaixo de chicote. A maioria do brasileiro é marcado , em algum lugar de seu programa genético, com a capacidade de ser apátrida e cachorro  sarnento, mais do que o vira-latas rodriguiano.  Para estes brasileiros, tudo no Brasil vai dar errado.

Felizmente há descendência indígena no Brasil. Estes, sem lei e sem dono, nunca se importaram em serem julgados. Até os convênios estrangeiros  lhes serem estendidos e cantores de rock os exibirem aos europeus, nos tempos pós modernos. Mesmo assim, muitos continuam nus em seus lugares de origem, lutando para não colocar piso de porcelanato em suas ocas.

O aceite dos limites impostos pela vida simples, sem as lantejoulas vendidas pelos states é quase impossível, quando um governo equivocado entende que o desenvolvimento é feito com o consumo do povo, endividado até a medula para ter e não ser. O financiamento da gastança à prazo tem até cartão sagrado.

Pior que as mazelas nacionais é a influência nefasta de estrangeiros que nos ofendem com sua incapacidade de aceitar outros povos, outros costumes, outros tipos de vida. A Copa mostra o que somos para essa gente. Enquanto nunca falaram mal dos africanos, quando na realização da Copa, porque estes lhes são coitadinhos completos, os brasileiros são chutados como cachorro sarnento.

Por enquanto, quem pode está calado. Mas aguardem reação à altura no inverno que se avizinha.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Patacoada de gente rica

                                      

 Chega a notícia que a Alemanha irá construir seu próprio alojamento para a Copa  do Mundo 2014. Escolheu uma praia deserta da Bahia, longe dos naturais e de ,suposto, fácil acesso aos locais de disputa.
O alemão não tem história de pioneirismo  em terras alheias. Enquanto outros países expandiam fronteiras, formavam novas civilizações e novas misturas raciais, o alemão matutava, fazendo música e filosofia.  Até tentou criar nova raça pura cuja base seria ele mesmo. O tempo passou mas continua sendo o mesmo.
Em sua visão sobre o mundo quer construir um prédio de dois andares com setenta e quatro apartamentos, salas complementares,inclusive aparelhos de treinamento, piscina e campinho.
Tudo em três meses.
Rico é interessante. Pensa que, ao  estalar de dedos terá o que imagina. Piora quando não sabe desbravar terras e não tem vocação para pioneiro.Esquece que sua vocação primeira é para o pessimismo, o derrotismo e a certeza que nada vai dar certo que ninguém colabora: os pobres, os outros que não eles. Sua dificuldade em aceitar os limites dos outros custou à Europa , no mínimo, as duas últimas grandes guerras.

Arrumar licenças de praxe, trabalhadores à disposição, instalações de água e luz prontas para uma construção em lugar novo vai ser, pelo menos, uma amostra de  como o Brasil é terra para pioneiros e longe de gente que acha tudo difícil e vive a lamentar-se

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Nelson Mandela e o mundo

               
- Gente fina é outra coisa !
  

Mandela morreu, na África do Sul. A empolgação do mundo em fazer novo lider para futuras âncoras e citações já começou. Por lá, dez dias de loas é pouco. Ninguém fica parado e noventa chefes de estado apareceram na cerimônia oferecida no estádio de futebol em Joanesburgo. Nada mais justo, eis que Mandiba era conciliador e liberto de rancores e ódios.

Para o Brasil não representa o mesmo que para os States e Ásia. Por lá os ódios são latentes e a vingança faz parte da cultura. Enquanto nestes lugares o ódio racial levou e leva a situações insustentáveis com racismo e segregações, no Brasil pega mais leve.

É verdade que uma turma que tomou o puder no Brasil prega a revanche, o denuncismo a diferença entre pessoas, travestidos de defensores dos direitos humanos e da igualdade. Mas é tudo cópia do que aprenderam em programas de intercâmbio cultural pago com dinheiro dos impostos de quem trabalha para levar este país à frente e não tem tempo para comer na mão dos donos do mundo.

Que Nelson Mandela descanse em paz pois cumpriu sua missão na África do Sul e deu exemplo aos originários que instalaram por lá o ódio e racismo. Que os mandatários, que por lá foram homenageá-lo, tirem a máscara. E,instalem em suas almas um pouco da verdade deixada pelo morto no  legado de compreensão das misérias humanas.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Pasmem vocês

                                 

Foi publicar o texto abaixo, falando das vantagens tiradas pelo Velhaco, para aparecer virus na página onde publica-se novo texto.
Ao abrir a página para nova publicação, não abria mas aparecia um  textículo  tal qual a cara dos petralhas.
Em vez de ficarem fulos com a escumalha do partido, tiram onda em blogue micro.

- Petralhas do caramba, vão ver se estou na esquina, enquanto debocham de gente de livre pensar.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Títulos que não valem nada

                                 

De tanto correr o mundo, dando palestras de alto nivel e impressionando os doutos europeus, o maior Velhaco da história desse país angaria títulos de doutor honoris causa. Universidades nunca antes conhecidas por estes lados, colocam um dos ladrões de Ali Babá em suas listas de memoráveis eternos no panteon da luminosa sapiência ocidental.

São os novos tempos europeus. Para quem vai estudar nas zoropa e states, sugiro colocar as barbas de molho. Talvez encontre com o Velhaco, ensinando como roubar uma nação, transformar-se em um dos cem homens mais ricos do planeta, enriquecer a família toda, deixar seus amigos presos e correr o mundo recebendo loas sem ser preso por seus crimes.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Impressionante !

                               
  
Muito sofre um corpo que carrega uma má cabeça.

Não sabe? Deleite-se AQUI

Palmatória do mundo

                                  

Domingo foi dia de leilão  de cavalos no Canal Rural. Alguns lotes eram formados de égua com cria ao pé. Enquanto corriam, a mãe verificava se o filho estava com ela, cheirando-o em uma rapidíssima  paradinha e continuava a trotar. Cavalos de porte majestoso e preço nas alturas.

Os defensores dos animais ainda não descobriram esse filão. Uma égua apartada de sua cria é um drama de lamentos e relinchos. Mesmo eu morando fora da área rural, alguns citantinos com nostalgia do campo, deixam seus pangarés nos lotes vagos da vizinhança. A mãe de um lado e o filhote de outro. Haja choradeira a noite toda com relinchos de lá e de cá.

Ao assistir os pregões com preços na estratosfera, percebi que os habitantes da selva de pedra só conseguem ver seus gatos e cachorros e que seus sentimentos de palmatória do mundo são fixados à sua volta. Por enquanto.

Com tempo? Visite AQUI