quinta-feira, 30 de junho de 2016

Poleiro de pato

                    
Se a população brasileira soubesse o que se passa no judiciário, os desmandos, as sentenças direcionadas, as injustiças feitas no dar de ombros, os atrasos em cartórios, os abusos de poder, não deixariam pedra sobre pedra. Nada é menor que a roubalheira dos petralhas. Feitas às escondidas, no calar da noite, às portas fechadas, no cinismo protecionista dos amigos e poderosos, nas vinganças ante a ansiedade dos advogados.

Ser advogado nos foruns dessa nação é castigo divino, é pagar um carma pesado. Ainda mais porque o advogado possui um senso de justiça, de defesa dos miseráveis, de proteção dos direitos. Essas características são intrínsecas ao advogado, senão não o seria.

Agora, a nação vê estarrecida como agem os ministros do Supremo Tribunal Federal. Protegem os amigos, fazem da lei joguete de seus interesses, às escâncaras, pouco importando-se com o cidadão, com a nação, com o futuro. São intocáveis, os píncaros do direito de uma nação , sem pejo e sem receio de punição. Qualquer trabalhador tem um chefe a dar contas mas essa gente se dá de último grau na falta de quem se dar. O povo brasileiro não vale nada para essa gente porque ganham menos, vivem menos, moram menos, comem menos, são nada na comparação dos oráculos imundos do Brasil.

Nem a revolução de 64 conseguiu mexer com essa classe, essa gente intocável. Continuam como sempre foram e o Brasil não caminhará para a frente, carregando nas costas essa gente.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Festas juninas, a dominação ...

- Certas coisas são de  roer as unhas
                                   
Hoje, 29 de junho é feriado de São João. Quarta-feira. Tudo fechado e eu precisando telefonar para a Zoonose da prefeitura porque apareceu uma ratazana azul, saindo do lote vago do lado da minha casa. Não posso jogar remédio à esmo porque tem preá, gambá e o bando de saguis de Chefe Boran. Preciso da orientação e atuação de profissionais e não de amadores contratados por aí.

Com esse feriado em pleno meio de semana, aproveitaram para fazer as Festas Juninas. Então, apareceu um pessoal, pastores improvisados mas espertíssimos, proibindo evangélicos  de participar dessas festas. A razão é porque são cultos a divindades e ícones proibidos pela Bíblia. Está admirado? Eu cai de costas. Não faltava mais nada. Religiões vindas dos EUA, distantes do nosso folclore, com orientação daquele país e aceito pelos macaquitos sem nenhuma reação. Pelo contrário, passaram vituperar ofensas, doa a quem doer.

Eu não atendo esse povo quando batem na minha porta, cumprindo determinação estadunidense em religião de dominação daquele povo. Mas agora estou com vontade de atender só para me divertir com esse tema. Realmente, os EUA são uma nação maior que Roma. 

domingo, 26 de junho de 2016

Interesses dos Jogos Olímpicos

                                 
No mar de pessimismo que o brasileiro atolou-se, piora quando é falado das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Serão realizadas nesse mês de julho, haja o que houver. E, o pior que tudo de ruim naquela cidade já houve até chegar na falência, de todos os tipos.

A imprensa não consegue mostrar a realidade dos fatos. Se for fazê-lo piora a situação. Sem dinheiro e em um nível de violência beirando à guerra civil, só maluco vai atrever-se viajar até a capital do estado.

Para mim é absolutamente indiferente. As Olimpíadas, há muito deixaram de ser meras competições esportivas. São palanque de propaganda de material esportivo e uso de doping em atletas que se prestam. Esse atletas que buscam recordes, em busca de segundos a menos, são maníacos doentes e precisam de tratamento. Não servem para nada na humanidade. Passam a vida sendo humilhados por outros insanos que se dão de treinadores, exigindo do corpo humano algo para o qual não foi feito. 

É verdade que determinados indivíduos são talhados para o esporte, cada  qual em sua especialidade, e, praticam os esforços físicos quase naturalmente. Mas, quando encontram interesses mercantilistas, são exigidos à exaustão, adquirindo lesões para o resto da vida, quando não morrem em sua consequência. A história do esporte está eivado desses malucos.

Nosso atleta das argolas, de tanto esforçar-se para ser campeão na modalidade, desenvolveu um físico horroroso, disforme e desproporcional.Consegue fazer maravilhas quando posta-se em cruz, no ar, com mero apoio de mãos nas duas argolas mas só Deus sabe o seu futuro no preço a pagar.

Se valesse a pena, essa gente viveria mais do que muitos cujo o único esporte praticado é o levantamento de copo. No entanto, morrem de doenças graves, coração pifando sem chegar ao nível do limite da média de mortes, mundo civilizado afora.Não vivem mais e com mais saúde do que os comuns.

Para mim, disputas desse tipo não me levam a gastar nenhum tempo para acompanhar. Que vivam na redoma dos malucos, correndo  atrás de si mesmos.

sábado, 25 de junho de 2016

Para uma conquista.

                                

Não sei como é namorar hoje em dia. Mas quando eu namorava valia música, fazer poesia. E, nada a ver com romantismo.A conquista  é uma arte. 

Assim, dou uma sugestão para você cantar para uma conquista. Eu fiz e deu certo. A letra é fácil e não precisa ser afinado demais se canta a meia voz. Preferencialmente, olho no olho. 

Por isso gostei de publicar.Tem letreiro, a pronúncia é boa e letra fácil. Tenta. Eu garanto.

Vale, também, para reconquista ou firmar uma.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

A Hora do Brasil

- A pureza das respostas
                               
   
Até o impeachment terminar o Brasil ficará preso ao suspense das possíveis retaliações de suas excelências, os ministros do Supremo Tribunal Federal.
Como se não bastasse a arrogância dessa gente, agora se dão como Espada de Tântalo na cabeça do cidadão. Por competência constitucional, julgam as autoridades federais. O país fica nas mão de juízes com suas ações individuais e não raro, ignorando as leis. Muitas vezes fazem a sua própria, em versão federal. São última instância. Não devem mas podem.
Se na versão estadual, desembargadores não revem julgamentos de primeira instância, pois sequer leem  as peças dos advogados e, para limpar estantes, confirmam sentenças personalíssimas que atendem amigos ou petições de ouvido, o mesmo acontece nos tribunais superiores.

Esse tipo de brasileiro é, fundamentalmente, um apátrida. Não quero dizer a elite, isso não pois tem muita gente da classe privilegiada que carrega esse país nas costas. Quero dizer essa gente que tem boa memória, consegue decorar mil palavras e, por isso passa em concursos públicos. Não quer dizer que tenham inteligência e capacidade de raciocínio para usar seus cargos e construir uma nação. Falo daqueles que estão onde estão para locupletarem-se dos cargos, do poder que lhes é conferido, julgando-se superiores porque passaram em concurso público e ganham vencimentos que lhes conferem vida de nababo enquanto quem os sustenta come farinha pouca.

Eu sempre me pergunto porque fiz Direito. Em minha própria busca encontro no fundo da minha memória, quiçá do meu inconsciente, um juiz, depois desembargador, que morava na esquina da  Rua Paraguai com Flórida, no Bairro Carmo Sion, em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. Ele tinha seu escritório com uma janela que dava para um pequeno jardim, enquanto uma das paredes dava direto para o passeio. Naquele tempo a Voz do Brasil era uma das formas de saber as novidades do poder , inclusive leis sancionadas pelo presidente da república. Era um programa oficial que passava, todos os dias, durante uma hora, à noite.

Quando passávamos por sua casa ele estava ouvindo o programa. O som monótono da voz do locutor ressoa, agora mesmo, na minha cabeça. Andava à pé, sempre circunspecto, pensativo, de terno claro e mãos para trás. A casa era modesta, pintada de bege e tinha um filho da nossa idade chamado Fabiano. Para mim, era uma figura de livros e romances de Eça de Queiroz. Aqueles homens inteligentes que mudavam tudo, sempre sábios.

Hoje me pergunto, ao ver ministros  empoados, de peruca, ternos importados, ares de senadores romanos, fazendo beiço para a imprensa, arrotando soberba  para valorizar seu voto que sustenta a república, onde ficou a honra desse país...

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Caio eu, caímos todos ...

- A vida é uma tourada !
                        
A Telefônica OI está em falência. Deve mais de setenta bilhões de reais. Pouco a pouco, sabemos a origem imunda do trânsito desse dinheiro.
O filho do Velhaco tornou-se sócio quando passou de Telemar para Oi. Em sendo sócio, fez convênio com outra empresa de sua propriedade e especializada em joguinhos eletrônicos levando milhões consigo. Valha-me Deus!
De quebra, gastou horrores por uso privilegiado dos serviços da operadora. Para se ter uma ideia, a empresa  instalou uma antena exclusiva no sítio do ex presidente mais ladrão da história desse país. Essa família se deu como uma família real dos tempos da Queda da Bastilha. Pena que nosso sistema jurídico não tenha o uso da guilhotina.

A empresa pediu judicialmente tempo para gerir sua situação calamitosa, arrumar algum ricaço estrangeiro para bancar a bancarrota e fazer as coisas entrarem nos eixos. Podiam me contratar para ajudar as coisas darem certo. É ter pulso firme e treinar melhor os funcionários que ganham seus salários, fingindo que trabalham. De quebra não fazer favor para ninguém, cedendo seus serviços como se fossem balas de chocolate. Tratar a empresa como coisa de necessidade e não como luxo para maníacos por ostentação.

Então, eu estou presa com a OI Conta total light, um programa onde tenho telefones fixo e celular e internet  por um preço metade do normal. Aderi há uns três anos. Se eu sumir daqui é porque sossobrei junto com eles. O pior vai ser o alarme que eu assino e está ligado ao telefone fixo com monitoramento vinte e quatro horas. Comigo cai a metade do país. Deus nos acuda!

O Velhaco e o filho? Continuam soltos, com o velho fazendo política e processando o Juiz Sérgio Moro por abuso de poder. Isso mesmo, para uma coisa serviu, dar um susto no juiz para ele saber como é desagradável ser processado por vagabundo sem razão e não sentenciar a aventura jurídica . 

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Não vai dar para eles



                            
               
A descoberta da América tem sua importância na medida em que aqui está sendo feita uma nova proposta de civilização. A construção de um novo mundo. 
Minha formação cultural foi nesse sentido. Não sei como foi em outros lugares do Brasil mas saber que o Brasil faz parte do Novo Mundo e abriga os expulsos do Velho Mundo é bem claro para mim.Inclusive, meus avós que vieram fugindo da miséria e na esperança de viver melhor, sem discriminação ou cabeça baixa aos donos da zoropa, ficou bem evidente na minha referência.Adaptaram-se, ajudaram a construir Belo Horizonte/MG e tem medalhas de pioneiros.Não falavam seu idioma natal e recusaram a ceder seus filhos para lutar na guerra.Se estudaram nas escolas típicas foi para atender convite e não fazer a cabeça de ninguém com saudades do que ficou no passado. 
Os japoneses tentaram segregar seus filhos, mantendo um Japão que ficou para trás mas não conseguiram. Seus descendentes, tão logo ficaram independentes, mantiveram-se tão brasileiros como quaisquer outros.
Alguns bolsões alemães de ignorância ficaram tão distantes do seu tempo que nem o povo, de onde vieram, fala o idioma que eles cultivam.São os eternos separatistas que vieram expulsos porque sempre quiseram ser segregados e, ainda, seus descendentes mantém o discurso ridículo, pedindo a separação de o estado para onde estão  acampados.

Assim, quando leio que o pessoal da Síria, Turquia, das arábias em geral, chegam aqui e querem impor seus costumes, tenho vontade de rir. Não vai dar para eles. É questão de tempo para perder os panos na cabeça, as saias nos tornozelos e a obediência cega aos machos da família. As barbas vão sumir dos rostos e não adianta esconder as carecas nos turbantes nada a ver. Primeiro é o calor, depois o espírito indomável que reduz Deus a seu culto pessoal. E, passar desapercebido é melhor do que destacar-se para os ladrões daqui e de lá.
Os chineses e colombianos já aprenderam a lição. Na tentativa de manter suas referências em São Paulo, chamaram a atenção dos bandidos de lá e daqui,com alguns pagando com a vida.

O povo brasileiro não segrega ninguém e não está interessado saber de onde veem as pessoas. Declarar-se brasileiro e comportar-se como tal ainda é o melhor a ser feito. Quem não aceita, odeia a sua gente, tem vergonha ou o escambau, se manda para outros lugares e procura adaptar-se no lugar onde gosta dos costumes.Mesmo que seja alijado sempre, tratado como cidadão de segunda classe em país alheio. É uma escolha e que façam bom proveito.

Com a Eurocopa, jornalistas brasileiros da Globo foram agredidos nas ruas por alemães e ingleses com palavras e chutes. Quem sabe possam ter saudades de meros protestos por trabalharem na emissora que, de tão grande, assusta os bestuntos de sempre e não pelo seu tipo físico. 




sábado, 18 de junho de 2016

Semente aclimatada


                           
Uma planta precisa estar aclimatada para crescer e desenvolver-se mais rápido.
Às vezes compramos uma muda que vem de um lugar de montanha e quando chega no litoral não vinga  ou demora muito para ficar bonita.
Por isso, gosto de pegar sementes quando passo na rua e plantar para tornar-se uma planta adulta já aclimatada.

Em frente de um prédio onde passo quando venho da academia tem uma palmeira bonita. Ela não pega o Sol da tarde e, portanto, não sei se exige sombra para estar como está. Mesmo assim, peguei algumas sementes e plantei. Uma delas vingou. Do vasinho passei para um médio e agora plantei em uma lata de tinta que estava esquecida num canto do quarto de bagulhos e aproveitando uma terra que meu filho havia comprado e também estava num saco, aguardando chance de ser usada.

Isso não tem dois anos e vejam, na foto, como cresceu e está bonita. Pretendo plantar na rua e não sei onde, mas vou plantar nem que seja no meio dela. No meu quintal não tem lugar.

Uma vez eu li que uma árvore nas zoropa leva quarenta anos para tornar-se adulta mas no Brasil bastam dez.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

É história, ponto.


                                               

Muitos só conhecem poucas músicas. Outros não conhecem nada por puro preconceito. Passaram pelo Século XX e não viveram.
Para quem quer ver a história da música, convido a ver esse filminho, bem interessante. Sou fã desde 1957. Mais uma sorte que eu tive na vida, conhecer Elvis e sua música.

terça-feira, 14 de junho de 2016

O Brasil de todos nós

                                       

Tenho publicado músicas e danças de vários lugares. O Brasil, como uma nação grande e diversificada, é como se cada estado fosse um país à parte. O idioma é o mesmo mas a forma de expressar, de falar nos sotaques é bem característico de cada lugar. Costumes e comportamentos completamente distintos. Assim, falar do Brasil e sua gente de forma genérica é mostrar que desconhece seu país e sua gente.
É comum ver, nas redes sociais, publicações de viagens pelo mundo, como se isso fosse alguma vantagem. Tem gente que paga fortunas para visitar lugar com cheiro de morte. E, reclama porque o preço é caro quando quer viajar pelo Brasil.
Ora, embora seja o mesmo país tem distâncias iguais ou maiores do que atravessar o Atlântico.Pagam o euro a cinco reais mas não conhecem Ouro Preto ou Goiânia.Viajam a Cidade do Cabo, na África do Sul  para ver a montanha de lá mas desconhecem que temos uma muito mais bonita em Ouro Branco.

Deixa estar. Quem sabe se animam ao ver esse filminho.



segunda-feira, 13 de junho de 2016

Lucy Alves



No meio de tanta cópia e música estrangeira, jogada qual lixo no quintal dos EUA, sempre haverá a autêntica música do Brasil. Especialmente a do nordeste. 

Essa cantora vem surgindo devagar, saindo do regional, sempre discriminado pelo sudeste. Vamos acompanhar.

sábado, 11 de junho de 2016

Política e políticos

                      

A política rasteira encontrada no país é consequência da falta de educação formal. Quando uma pessoa não tem formação intelectual com  bons professores que incentivam a leitura e, até mesmo livros bons para ler, fica difícil fazer política.A formação cultural e do cognitivo é deficitária e reflete quando externa o pensamento e atitudes. O líder natural se perde na orientação equivocada de seus pares mal formados mas mais espertos.
Não se pode fazer política por instinto. Seria a negação do que se conquistou por séculos. Política é uma ciência social como outra qualquer e , até mesmo, os especialistas caem em contradição e falam as maiores asneiras em debates e conferências.

Por aqui, os livros ainda são caros  e não tem onde comprar, quando a pessoa mora no interior do Brasil. E, não são livros comuns  mas que descrevem a vida, os costumes de ontem e de hoje. Sei que existem coleções de livros em formato de bolso, fragmentando publicações completas, sobre o pensamento de grandes filósofos, sociólogos e literatura mas não há o hábito da ler.

Qualquer forma de leitura é válida mas os textos expostos na internet tem erros de arrepiar os cabelos. Sequer diferenciam MAIS de MAS, A GENTE  e AGENTE, pontuação execrável. Eu leio todos os comentários de qualquer texto para acompanhar o raciocínio de diversas vertentes do povo participante e muitos não conseguem expor suas idéias em uma frase. No texto podemos perceber que a pessoa tenta ter raciocínio bom mas não consegue dispor ao escrever. E, pior não entende o texto anterior, não compreende a mensagem passada mas comenta preso ao seu mundo restrito, sem leitura, com horizonte limitado.

A democracia precisa de um parlamento que represente as diversas camadas da população. Mas, se um país forma semi analfabetos alçados ao poder, corre o risco de ter uma massa inculta, com dificuldade de assimilar o que se passa e ser liderada por uma classe de espertos como ocorreu na história recente do Brasil.

Como vamos ficar com um tipo como o deputado federal pelo Maranhão, que foi reitor de universidade e ao ter o cargo de presidente da Câmara federal, meteu os pés pelas mãos, fazendo o Brasil passar vergonha internacional? Se cair toda a cúpula do poder legislativo federal, quem vai ficar no lugar? Quem teria experiência e arcabouço mínimo para exercer as funções de presidentes do senado e da câmara?

Se existe líder natural na política, com formação acadêmica boa, caráter forte e independente, formação correta do seu lugar como cidadão é o momento histórico para surgir e marcar seu lugar.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Resposta à esperança

- Estamos assim, observando, à espera...
  Cara Magui somente você com seus artigos pertinentes nos levam da indignação ao sorriso escancarado...É o disco "C" o "D" estão todos corrompidos sem volta ..Joga Fora no lixo e o que vai sobrar? É crer que nesse universo em que cremos Deus ser brasileiro e estarmos em pleno Ano da Misericórdia , Deus se compadeça desse povo, e, aqui incluo todos: os que pecaram por omissão, os que pecaram com certeza, os que pecaram pela inocência e os que pecaram pela soberba e ganância, sem o perdão de Deus quem subsistirá? Quer saber? Te admiro por diante de tanta sujeira descoberta a cada dia , ainda teres motivação para registrar...Mas faz bem , quem acreditaria depois? 
Só me pergunto : Como e quando tudo isso vai acabar?
Bjs.                  
Em resposta a Maria  Claudete Ferreira Herculano Batista

Com prazer vejo sua manifestação. 
Mantenho meu blogue para deixar minha alma viva. Não posso correr o risco de perder a minha brasilidade e fazer como tantos que falam mal de si mesmos quando falam do Brasil como se ele, por si só, pudesse ser tão corrompido.

A minha certeza é que as outras grandes nações fizeram sua história com mais atos de vergonha porque foram corruptos, expulsaram seus miseráveis para novas terras e mataram tanta gente para chegar onde chegaram. Se isso foi há mais tempo, não invalida o nosso presente.
Ao estudar a história de outros povos, temos que o brasileiro ainda é melhor. Pelo menos não nos matamos pelo poder ou pelas mudanças. Não expulsamos brasileiros dessas terras e sai quem quer. É verdade que a roubalheira dos espertos, que detém o poder, mata muita gente pois a ignorância é um tipo de morte.Mas o preço está chegando para todos. Sempre haverá espaço para emergirem os lideres fora da linha de produção do poder.

Os EUA viveram uma fase como essa no começo do século passado, cem anos na nossa frente. Mas, historicamente não é nada se lembrarmos que houveram guerras na zoropa com duração de um século. O fim da Idade Média só foi possível depois da queda de Constantinopla e o fim dos Templários. Quero dizer que o curso da história é lento mas acontece.

Uma das coisas que pode ser uma faca de dois gumes é a super população.Pelo tamanho do Brasil estamos com população baixa para ocupar todos os espaços, todos os reclamos, todos os direitos que a população exige. Não se pode enfrentar todas as necessidades do Brasil com cem milhões de habitantes. Repare que chegamos aos duzentos milhões e, penso, começa o caminho sem volta. As ruas podem ficar cheias nas reivindicações e a tática do pão e circo é mais difícil de aplicar.

É questão de tempo: Deixa o impeachement terminar, as cadeias ficarem cheias de corruptos que a guinada acontecerá.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Angústia com os apátridas

Depois reclamam: - Só para ser macaco e carregar corrupto nas costas.
                                                                                           

Essa crise pela qual passa a república é a mais longa e a mais feia. Eu sempre vivi em ambiente de política e , portanto, nunca fiquei alheia ao que se passa. Tenho na minha memória, dormir ouvindo a Rádio Mayrink Veiga, no radio de válvulas e os discursos de Carlos Lacerda, ainda na primeira infância. Ficava sentada ouvindo as conversas dos adultos sobre política, porque mineiro não tem outra conversa. Pelo menos naquele tempo. Mesmo naquela época, nada se compara aos dias de hoje. Simplesmente porque a corrupção nunca teve lancetada sua pústula como é hoje.E, espirra na cara da república. Lá em casa mal  podia ser pronunciado o nome de JK e papai dizia que era o maior ladrão da história do Brasil. Tínhamos como vizinhos Israel Pinheiro, duas casas acima, e outros impronunciáveis que logo se mudaram para bairros mais ricos. Enquanto isso o povo lutava para furar caminho no meio do empobrecimento de país subdesenvolvido.

O tempo passou e a corrupção nascida com a construção de Brasília foi sendo aperfeiçoada e chegamos onde chegamos. Ao ponto de uma presidente da república deixar pagar por ela  cinco mil reais por um corte e pintura de cabelo. Reclamar porque lhe foi cortada a conta, mensal, de sessenta mil reais de compras no supermercado. O ex presidente pagar mensalmente, com dinheiro da corrupção, mesada de cinquenta mil reais para a amante. Bilhões roubados dos cofres públicos e mandados para fora do país. Se aqui ficassem, seriam aplicados aqui mesmo. Ao saírem  do país é evasão de divisas e reflete até na balança comercial. Mas essa corja não quer saber. Ainda tem quem os defenda. Micro cérebros a serviço da maracutaia, jornalistas pagos para elogiar a bandidagem. Tapas na cara da nação e dos brasileiros, crimes de lesa pátria.

Em uma greve dos funcionários do Banco do Brasil, em plena crise econômica dos anos oitenta, inflação a oitenta por cento ao mês, papai foi tirar dinheiro no banco e estava fechado. Não haviam caixas eletrônicos e ele estava sem dinheiro em casa. Ele teve uma crise de revolta, pegou uma cadeira de algum grevista, subiu nela e gritou APÁTRIDAS , várias vezes, e fez um breve discurso. Ele foi orador da turma quando formou-se em odontologia. Os grevistas abriram a porta e ele conseguiu sacar o dinheiro pretendido.

Hoje, estamos em ritmo de espera até o final do impeachment da Dilmanta para cair a república de vez. Vai ter superlotação nas prisões da polícia federal. É muito ladrão.Todos descarados. Alguns viajaram para zoropa e Miami e de lá mandam fotos em restaurantes, regados a vinho de trinta mil reais.

Preciso deixar isso arquivado aqui porque, amanhã, se contarem outra versão, não vou pensar que fiquei maluca.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Caráter? Zero

                                    
A única seleção de jogadores de futebol de um país, conhecida simplesmente como Seleção é a do Brasil. Assim é chamada pelo povo brasileiro. Era. Hoje não é nada. Só os simplórios continuam acompanhando os jogos do time.
Depois de empatar com o Equador em jogo pela Copa América, os jogadores deram entrevistas, achando o placar normal.

Esse filminho retrata, exatamente quem são os jogadores convocados. Meu marido tem uma prima cujo filho jogou na última Copa e o discuso dele é, exatamente, o mesmo.

Que a Seleção seja feita por jogadores brasileiros, que andem nas ruas do Brasil, que possam enfrentar a torcida e ser, por ela, incentivados. Que percam ou ganhem mas jogando o nosso futebol.Não jogadores que só joguem por dinheiro, só pensem em dinheiro e não sejam processados por fraudar o fisco aqui e lá fora.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Voa, voa no infinito ....

Bem-te-vi
                                  

Por sugestão do meu vizinho coloquei bebedouro para os saguis no quintal. Comecei com uma garrafinha pequena, depois média até chegar  na de dois litros. Cheguei a cortar uma de cinco litros mas era muito grande. A intenção era só para os macaquinhos. Mas os que mais aproveitam são os passarinhos. Desde o menor até o maior. Tem fila para beber e tomar banho. Briga? Nem se fala, embora eu tenha notado que estão mais civilizados ( !? ) e tenham esperado a sua vez.( Isso é possível?)

Eu sempre disse que não tinha cabimento colocar comida para passarinhos. Afinal, eles podem voar e que buscassem insetos para comer como seria a sua função. Mas, com a água veio a comilança no prato onde coloco as bananas para  Chefe Boran e sua turma. Sempre sobra algo. Depois, tem um argentino que passeia com seu cachorro e, de vez em quando, deixa uma sacola com  bananas mais maduras e  que ele, em tese, jogaria fora. Então, acabei ficando com dó dos passarinhos e deixo frutas para eles. Quem gosta de bicho, acaba caindo na sua arapuca.
São várias espécies que aparecem.O último foi um azul piscina com asas negras, saíra. Chegou sozinho e já são uns três ou quatro. Um verdinho com a mesma forma e tamanho do garrincha também está aparecendo. 
Interessante é que tomam banho e a água fica barrenta. Chego a trocar a água três vezes ao dia.Quando não completo porque são muitos. Só não apareceram os canários, ainda não os vi embora os veja tomando banho em poça da rua.
Tenho a impressão que, com os perigos do aedes aegypt, o pessoal passou a cobrir as piscinas e eles ficaram sem opção.

Eu faço este texto para quem vem por aqui e tem quintal ou mora até no terceiro andar. Gostaria de  incentivar para colocar, também um bebedouro. Não vai se arrepender. Os cantos são sinfonias e, se coloco Elvis, parece que cantam junto.

                                         
Saíra
   

domingo, 5 de junho de 2016

O maior empregador jamais abre falência

Os ratos no poder
                                  
O foco na realidade brasileira é uma das coisas mais doloridas para muitos de nós.Enquanto assistimos o gran teatro do impeachmen da Dona Dilma, a festa continua para quem manda nessa bagaça. 

Inflação nas alturas, preços subindo na estratosfera de um país de fancaria e os donos das decisões agindo como se nada houvesse.
Não acredito em nada que esse governo Temer diz. Não creio na apresentação dos 179 bilhões de deficit  da receita. Não acredito em nenhuma das suas intenções de agir de forma firme. Simplesmente porque não sabem o que é agir de forma firme. Não sabem focar em metas e fazer porque pertencem à classe que mama diretamente nas tetas do país. Metas são para os que pagam impostos, tem planejamento e cumprem, sob pena de falência. Somos um país formatado como os da época dos suseranos. Aqueles que subiam os impostos, assacavam o povo para pagar suas contas das guerras de poder, de luxos sem limites, de planos que não deram certo.

Não falo dos processados que estão na linha de frente. Sei que ser processado não quer dizer que seja culpado ou que seja maldito. Faz parte de um sistema copiado dos EUA onde tudo acaba nas mãos  dos juízes porque o estilo belicoso daquela gente tem grande influência nos macaquitos abaixo do Equador. Falo em não fechar, realmente, a torneira, deixar o trato privilegiado para  casta dos funcionários públicos. Deixar de ser o maior empregador com os maiores salários aos que estão perto ou no poder. A malta continua abandonada, a mesma malta que foi às ruas exigir mudanças. Porque ninguém duvida que juiz, promotor e altos funcionários desse republiqueta tenham ido protestar por alguma coisa. Na verdade, sequer tem motivos. Haja o que houver, o dinheiro cai na conta do banco no fim do mês. E, que se dane quem gera emprego e renda. 
Esses que se lasquem; que vão morar debaixo da ponte para aprender não ter passado em concurso público.