sexta-feira, 21 de julho de 2017

O experimento

                                           

O Velhaco sempre mostrou-se um velhaco. Fico pasma como gente tida como inteligente e culta não tenha percebido isso. A menos que o tenham usado para experimento de suas teses estudadas em livros de pensadores zoropeu. Tem muito intelectual nacional que apenas repete o que leu, sem dedução ou adaptação ao que o Brasil precisa. Cópia rasteira de teorias ultrapassadas, escritas por gente que nem sabia onde ficava o Brasil, quando o Brasil sequer era Brasil. Teorias aplicáveis onde havia gente branca, com sociedade definida nas regras e lugares de seus cidadãos. O Brasil não se enquadra nessa categoria. Nosso inimigo não está aqui dentro mas fora, no mesmo lugar em que sempre esteve.

Aqui é preciso  líderes cunhados na mistura de raças, de um Brasil multifacetado, um continente indomável. Um povo que não lê teorias zoropéias,   mas tem influência, inclusive no DNA, da liberdade dos índios, dos negros e dos fugidos da miséria da Europa. 
Diferente dos EUA, não vieram para cá os letrados nem os religiosos cheios de teorias celestes de povo escolhido para ser o maior país do planeta. Brasileiro não se importa em ser o melhor em nada. Ninguém nunca domou o brasileiro porque este prefere viver a vida do que disputar pódios e títulos.

Eis que aparece um Silva, nome introjetado no DNA do brasileiro de origem longínqua , com todas as características de não ser domado pelas teorias intelectuais, supostamente sabendo do que o povo precisava e alia-se ao que de pior existe na elite bandalha, corrupta. Vende-se e entrega o povo para o seu pior inimigo, o capital regido por quem sabe reger dinheiro, o dinheiro  do suor do rosto do cidadão brasileiro apoderado por quem faz dele o deus da compra e venda de almas. Velhaco a medula, usou a velhacaria para em uma trajetória de semi analfabeto, seduzir os intelctualoides sedentos em aplicar o que decoraram nos livros alienígenas e piamente tidos como certos. Todos falastrões regidos na batuta da estupidez e da vaidade da decoreba inútil.

O futuro mostrará que, dificilmente será encontrado na história da humanidade uma história escrita assim. Não existe, não haverá. As conjecturas, as forças antagônicas, um povo manso politicamente porque formado na liberdade do não deus, da liberdade da  sua própria força, do escrever sua própria vida sem cabresto estrangeiro.

Que deixem o curso da  história do Brasil caminhar sem nenhuma interferência ou teoria conhecida. Que reconheçam que não sabem nada e deixem o povo brasileiro emergir para o que quer ser e não para o que querem que ele seja.

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