sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Nada a declarar ?

                                        
O que um blogueiro amador, que escreve sem compromisso ou dono, poderia escrever ante a situação da política nacional? 
Não vai mudar nada na minha vida como está  a situação do país, como nunca mudou.
Ouço falar em pleno emprego, desemprego, gastança no comércio ou falência por pouco consumo mas a minha vida é sempre a mesma. Não confio  em nada que dizem os outros.

Eu disfarço minha vida por conta dos invejosos. Aqui mesmo, no auge dos blogues, os mesmos que me atacavam eu os bloqueei no Face depois que para lá bandearam. As armas em riste, no ataque gratuito, querem a nossa paz. Na vida concreta se dá o mesmo, até com parente.  Se a pessoa não tem como proteger-se dos invejosos prontos para atacar, o melhor é fingir-se de morto, mergulhar fundo. Talvez fingir-se de morto para comer o coveiro.

Um exemplo simples foi um encontro na rua, voltando da praia com minha neta, dei de cara com um advogado que eu não via há mais de vinte anos. Atuamos juntos no Instituto dos Advogados Espiritosantenses, fizemos parte da mesma diretoria que construiu a sede cujo projeto gratuito foi feito por Eldes, meu marido engenheiro arquiteto e urbanista, a meu pedido e que ainda acompanhou as obras. Nossos nomes estão juntos na placa de inauguração. No encontro, em vez de cumprimentar-me, fez uma pergunta estapafúrdia sobre o que eu teria dito a ele em tempos atrás. E isso com raiva e grosseria. Não dei resposta, não tem resposta. Da próxima vez, se eu viver mais vinte anos, passarei sem sequer olhar, para gáudio da minha sanidade mental.

Aprendi com a vida a esperar ataques quando não se tem padrinho ou age em desacordo com o esperado pelo sistema. Atacam como abutres e como se eu fosse carniça. Sei que não é somente comigo, afinal advogo há décadas.

Brasil? Futuro ? Esperar algo afirmativo por conta de política e seus embates escusos? Eu não sei como é em outros lugares mas aqui é guerra diária e defesa constante. Se baixar a guarda, morre de uma forma ou outra, no concreto  ou no abstrato.

Esperar algo do estado ou do resultado da política é melhor sentado.

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