terça-feira, 29 de agosto de 2017

O messiânico às avessas

Foto que eu tirei na floresta do Amazonas, município de Coari.
Uma castanheira de setenta metros
                          
Também quero juntar-me aos protestos contrários a exploração de minérios e consequente ocupação estrangeira da Amazônia brasileira.

O Brasil tem um presidente imposto pelas circunstâncias que não foi eleito para governar o país com decisões que precisam ser debatidas como plataforma de campanha.

Temer se dá como messiânico e quer mudar o sistema de governo, entregar a riqueza nacional para o estrangeiro e tudo na canetada do decreto espúrio.  Verdade seja dita, o atual presidente  fez parte de uma chapa na qual veio como vice. E, a chapa encabeçada por Dilma, do PT, o trouxe porque é do PMDB um partido que define eleições. Com todos os defeitos que conhecemos do PT e seus petralhas, jamais fez parte entregar o território nacional para o estrangeiro. Pelo contrário o Velhaco defendeu que a Amazônia é brasileira e não patrimônio da humanidade. Portanto, não foi conferido a Temer nenhum poder de decisão sobre a Amazônia. A reboque veio e deve assim  manter-se sob pena de agir como um reles ditador.

Não é o momento histórico e político para entregar exploração de minério a estrangeiro em área preservada sob qualquer pretexto. Michael Temer quer ser o salvador da pátria nessa situação de bandalha e forte recessão mas os limites restringem a área econômica, reajuste fiscal e afins. Outras áreas  devem ficar para o próximo presidente e os candidatos devem deixar bem claro a posição inclusive nessa área.

É difícil crer que estes assuntos tão graves não sejam cortina de fumaça para os verdadeiros interesses a serem escondidos por essa gente.

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