quinta-feira, 28 de setembro de 2017

A morte do pândego da esbórnia

                             
Uma pessoa vive a vida na esbórnia, perde a saúde e depois quer que outra, que se cuidou e mantém o vigor, cuide dela. Isto é o retrato do papel que o mal carater espera do outro, nunca de si mesmo.

Para fazer o que quer na vida, beber, fumar, usar drogas, pintar e bordar é preciso, pelo menos, ter cacife para a velhice. Paralelo à esbórnia, planejar respaldo para quando ficar velho.

O papel esperado da pessoa  cuidadora de decrepto da esbórnia é sempre  para uma mulher. Eu nunca vi um homem empurrando cadeia de rodas de um idoso alquebrado. ( Detalhe, aqui não trato do doente por vocação)

Um fenômeno que rema contra essa maré é o fundador da revista Playboy. Esse sim fez de tudo na vida, E,  acabou morrendo aos 91 anos, placidamente, na sua própria cama, rodeado por mulheres objeto. Mulheres, mulheribus  e o  dejeto do mundo masculino.

Agora que não está vivo, espera-se que sua vida real, a exploração da mulher como fonte de renda, e, não podendo pagar para esconder suas sujeiras, apareça com todas as letras.

Tomara que sua morte represente o fim de uma cultura que alimenta o pior lado do mundo masculino. Um tipo de filosofia que assaca a mulher por ser mulher, servindo de pano de fundo para inúmeras ações criminosas que vandalizam o ser humano na representação de sua metade.

Vai tarde !

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As duas faces de Eva : KLIKA

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