sexta-feira, 6 de abril de 2018

Desafetos fora

                      


Tenho  ânsias de vômito ao acompanhar os desempenhos de ministros supremos dessa república de poderosos farsantes. Ultrapassados, presos a teorias rasteiras, metidos a eruditos e distantes anos luz do povo brasileiro.

Quer coisa  mais ridícula do que um metido a intelectual, dando seu relatório para votar e, todo enrolado, citar nomes de outros e que ninguém nunca ouviu falar ? Falando pelos cotovelos a ponto dele mesmo pedir desculpas ? Sapateia na lama dos preferidos, dos oportunistas sortudos da vida. Bem que o Papa andou pedindo a volta da vergonha na cara...

O outro, esquece a toga e advoga como o mais rasteiro dos juizecos de primeira instância e que o advogado militante precisa suportar todos os dias, desde que não possua o famigerado tráfico de influência. Na cara da nação ofende as duas mulheres que ousam opor a seu entendimento e a maracutaia inconfessável.

O Velhaco mais velhaco nunca antes havido no planeta, condenado e com ordem de prisão, continua com o prazer em tramar  artimanhas para o manter contínua a crise  política. Sonha em ficar na história ocupando papel no qual Luís Carlos Prestes fracassou. Por isso mesmo prende-se a gurus vetustos e fracassados que estão mortos e enterrados e fizeram de suas vidas um rastro de crises políticas. Parecem cheirar a bolor.

A mesma gente, os mesmos pensares, os mesmos comportamentos turrões que corroem a república desde os anos vinte.

Brasileiro é tão incompetente que faz revolução e deixa vivo o desafeto.

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