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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Quando chega a velhice

                           
Ninguém quer reconhecer que a velhice chegou. E, isso é porque a velhice é feia. 
Cada sociedade tem o seu parâmetro de beleza mas costuma prevalecer aquela do estado hegemônico. O atual é o USA e suas telas de cinema. Não importa se construídas a bisturis e produtos químicos. Gisele Butchen tem fama e faz sucesso nos USA porque é a figura idealizada da líder de torcida das universidades  de lá e mantém a figura retilínea da adolescência, coisa que sequer sua irmão gêmea consegue.

A velhice não chega de repente. Ela vem devagar como uma nuvem tóxica, comendo sua pele, seu cabelo, seus órgãos internos. E, come pelas beiradas.

Quando uma pessoa possui um bom DNA, retarda  o envelhecimento, a pessoa consegue ser  longeva. Quando tem cuidado com sua saúde e sabe conduzir sua vida o depauperar dos órgão é retardado e a saúde é uma benção.

Quando se é jovem não se tem medo do futuro mas para quem encontrou a velhice o futuro é a morte; quando é a dúvida.

Envelhecer é muito forte para quem precisa da vida porque outros dependem de si. Morrer é alívio para os pessimistas, doentes chegados ao sofrimento, vítimas de excessos e o corpo cobra. Os aventureiros não contam, eles brincam com a morte e são suicidas por natureza.

Falar da velhice é um tabu. Pior do que falar das discriminações sofridas pelos pretos, pelos diferentes, pelos loucos de todos os gêneros. 

E mais, ninguém quer saber... Que se lasquem. Mesmo que sobrevivam a muito espertinho sem noção.