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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Homem, use a testosterona a seu favor

                    

O casamento foi uma composição encontrada para garantir o reconhecimento da paternidade e a proteção à propriedade privada. Também foi a saída para regular as relações sexuais e manter a rédea curta sobre a esbórnia. Como consequência, não faltou oportunismo quando os homens criaram as religiões e colocaram rédea de controle máximo sobre as mulheres.


O mundo cresceu, a roda da história rodou, jogando sangue para todos os lados, extermínios de povos, culturas, idiomas onde prevaleceu o mais forte.  Os comunistas costumam dizer que a história foi escrita pelos vitoriosos.
Enquanto isso, as mulheres foram parindo aos borbotões e homens caindo fora quando não lhes interessava assumir o resultado da festa. Para evitar a fuga ou o sustento da prole sobrevivente, as mulheres deixaram-se humilhar e sujeitaram-se a muita violência. Inclusive viver sob a batuta do provedor sem ter nenhuma saída.

Então surgiram, no século vinte, a alforria da mulher: A pílula anticoncepcional feminina e a composição do DNA. Duas chaves para a porta da liberdade da mulher. 
A mudança e a sensação  foram  tão grandes que, passados décadas, mulheres ainda abusam do poder de controle e os homens continuam como baratas tontas.

O abuso feminino não é universal. É privilégio daquelas, ainda criadas para usar os símbolos femininos como armas  em revanche esquizofrênica. Vou deixar de lado análises históricas ou freudianas.

Quero pautar a reação masculina, surgida nos últimos anos, para exercer o seu papel de pai, roubado do homem sempre visto como provedor. A mulher, dizendo-se dona do seu corpo, estendeu para o filho o sentimento de posse sobre as coisas que produz. O homem ficou privado de participar da vida e influenciar na criação de seus filhos. Apenas sobrou-lhe, afetivamente, o direito de visitas uma vez ou outra. A mulher traída ou alijada restou denegrir ao grau máximo a figura paterna. O resultado foram filhos problemáticos, rebeldes mais que nunca, aumento da criminalidade e pessoas com desvio no inconsciente mal formado. Malucos demais pela ausência da figura masculina na formação do indivíduo.

Como consequência, o estado passou a intervir, criando leis para resguardar a paternidade, o direito dos pais para além de provedor: Regulação dos direitos de visita, licença paternidade, criminalização da alienação parental com a perda de direitos por aquele que influenciar o filho contra um ou outro. Por final, foi criada a guarda compartilhada que restaurou o direito do pai em participar na educação dos filhos. 

Entretanto, no Brasil, a malta de juízes boçais é bem maior do que os prontos para reconhecer que o pai não é um criminoso como apresentam as mulheres rejeitadas ou traídas, cheias de ódio feminino e propensas a exercer o treinamento ministrado durante toda sua vida; o exagero, superlativo, do instinto materno.

Para fazer valer seus direitos os pais uniram-se em associações e até passeata fazem para que a justiça nacional deixe de tratar a mulher como uma bestunta, uma coitadinha necessitada da proteção de um estado intervencionista e eles como trogloditas sempre prontos à violência contra suas ex adversas.

Hoje não existe mulher boba. Essa figura não existe sequer nas novelas água com açúcar. Mulher é bicho ladino que buscou modos e formas para ser protegida das reações da testosterona e deixou os homens comendo poeira. Com o tempo o homem  deixará de pagar o preço por depender da mulher para ser pai muito mais do que a mulher para ser mãe.

Quer conhecer a página contra a alienação parental e a favor da Guarda Compartilhada? Então, KLIKA. Faça bom proveito dela.