domingo, 17 de julho de 2011

Oráculos sem noção

O Poder Judiciário, encastelado em suas funções e longe dos anseios populares, vem acatando parecer dos oráculos travestidos de médicos. Impedem a internação compulsória de drogados de vários tipos com trânsito na Rua da Amargura, levando de roldão suas famílias e a sociedade.

Eu vi entrevista coletiva da juíza Ivone Caetano, da Vara da Infância e Juventude e do Idoso do Rio de Janeiro, na qual ela discorda deste tipo de decisão e usa argumentos definitivos.O mérito maior desta decisão é por atingir o coletivo e não situações pontuais.

A juíza Ivone Caetano, afirmou que, quando se trata de criança e adolescente, é desfavorável ao direito de ir e vir. A juíza disse que concorda com o tratamento impositivo. "É a única forma de se tentar salvar uma vida", disse.

Ela veio de encontro, também, à decisão do governo do Rio de Janeiro que havia preparado casas para recuperação deste povo abandonado e perambulando por locais infectos a drogar-se infinitamente. Ainda não entendi a oposição feita contra Sérgio Cabral. O homem é incansável em seu trabalho inovador , aceita experiências de sucesso em outras lugares e, mesmo assim, os eternos bate-paus da honra alheia não se cansam de lhe  achar defeitos. As casas de recuperação compulsória tem tratamento de praxe e de nivel. E, uma boa notícia que acompanha a primeira, é que já aparecem resultados com gente, antes um trapo, emergindo das trevas e inserindo-se no mundo comum.

Quando uma pessoa leva a sério o seu trabalho, o resultado aparece. E, o nome do governador precisa aparecer ao lado da juíza com coragem para enfrentar o sistema falido dos faladores do nada.


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