quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Repositório não


                                   
                                             - Tô assim...
       
Eu ando as turras, comigo mesma e desconhecido pelo Facebook, por ter feito parte daquela página. Uma coisa me consola, ter conhecido como funciona. Mesmo que minha trajetória tenha sido leve e solta sem ter conhecido aberrações descritas em colunas e por autores. As brigas comigo mesma foi pelo tempo que eu perdi mas reconheço que também aprendi e vi muita novidade para mim. Poderia continuar lá porque tem gente ótima que nem sabe  que fim levei. Exclui minha conta e zap... Sumi. Ou talvez não, ninguém tenha notado.

Eu não estou olhando para trás mas apenas continuando o aprendizado da modernidade e esperando o final. A internet é para facilitar a nossa vida e não se pode alimentar traumas alheios e sequer pensar em ser repositório de vícios, perversões e doenças de pessoas que não tem sequer como locomover-se, nunca leram um livro e não tem como tratar suas síndromes. Todo cuidado é pouco. Eu não tenho vergonha do que estudei e nem aceito agressões dos que não puderam ou o fizeram a mais. Tem espaço para todos e não são obrigados a dividir mas respeitar.

Politicamente, gosto das filigranas aprendidas nas leituras de filosofia pura e só não fiz o curso porque não tinha tempo a perder. Se fosse filha de rico para sustentar minhas divagações de cognitivo, eu teria estudado na faculdade, talvez para ter uma direção ordenada do pensamento e do saber. Se tenho inveja de algo ou pessoas é dessa gente que faz cursos, até no exterior, do que pode e quer.
Aguentar as imbecilidades no Facebook de grupos políticos,  denominados e compulsivos mas que não sabemos quem é o responsável para bloquear a página é exasperador. 


Ver transbrasileiros que, de longe, atacar o país, a nação, a cidadania enquanto limpam privada de gringo, como se todos nós fôssemos responsáveis por suas derrotas pessoais é de dar nos nervos. Nos meus, pelo menos. Pior, de longe a  atacar os brasileiros em tratamento absurdo e, se rebatidos, ainda precisamos passar por crivos e penalizados como se fossemos adolescentes castigados pelos pais.

Se o Face tem problemas com a ralé do mundo, esse não é o meu porque outro o seria para mim e do qual não abro mão. Os donos do FB estão certos mas eu também. Com uma diferença, eu não ganho nada com isso, quiçá minha sanidade mental limpa e equilibrada.

Se quem passa por aqui tem página no Facebook e quer aprender um pouco como funciona a coisa KLIKA

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