quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

A vomitada da semana

Nos tempos da militância 
                                       
Eu  fui militante feminista. E forte, com prestígio. Meu grupo convivia com as lideranças político partidárias com naturalidade. Conheci os petralhas e os comunistas. Conheci Lula, fingindo que tomava refrigerante mas era rabo de galo. Convivi com essa gente falando uma coisa e fazendo outra.
De certa feita, em uma passeata no Dia Internacional da Mulher, essa gente, liderando mulheres simples e confiantes, incitou o enfrentamento delas com a polícia militar e houve confronto. Eu não estava lá porque não participei e nem participo de manifestação de rua. Tenho medo de multidões e do que podem ser usadas por infiltrados preparados e firmados com a baderna porque essa gente faz reunião e trama tudo. Eu também fazia reunião. Nada é espontâneo.

Nessa escaramuça com a PM/ES - eu morava na ocasião em Vitória/ES - o pessoal do meu grupo e que levou  paulada, pediu reunião para saber  exatamente o que havia acontecido. Eu fui porque era presidente do meu grupo. As publicações na imprensa eram contraditórias e o pessoal queria que eu fosse em um programa de debates que iria falar no assunto.
Resumindo, o pessoal petralha disse que não interessavam os fatos mas a versão dos fatos. Que deveria ser dito o que a maioria queria que era contra o governo e drama na briga com a polícia. Meu grupo, absolutamente apartidário, não concordou e eu não me manifestei quando fui procurada. Porque tem isso, decidido pela maioria quem atreve-se a discordar sofre pressão. Meu grupo preferiu ficar de fora pois só foram as desavisadas.

Eu relato isso, para mostrar como funciona a cabeça dos petralhas e como manipulam a opinião pública e seus seguidores ingênuos, sem participação efetiva nas reuniões e decisões.

Um dos indivíduos mais velhacos que eu tive o desprazer de conhecer na minha vida é Luiz Inácio Lula da Silva. Para mim é de alta periculosidade porque não é um homem sério mas um mentiroso. Talvez seja, na minha ótica de vida, um psicopata social. Para atingir suas metas e alimentar seu ego e vaidades é capaz de tudo. Pelo simples prazer de ver sua manipulação ser correspondida, cercado de gente que lhe presta vênia. Ainda mais se for um intelectual, seus olhos brilham e seu sorriso de velhaco aparece na cara. Não sei como pode uma pessoa inteligente, lida, com cursos e convivência do mundo, deixar-se  levar por um cara que repete catecismo decorado, sempre levando vantagem. Deixar-se liderar de olhos fechados. Não pode ser porque defende os fracos e oprimidos mas por algum motivo, para mim, desconhecido. Ouso dizer que, essa elite intelectual que dá guarida a esse homem, o usa como instrumento de tomada de poder. Como nenhum deles tem capacidade de arregimentar mais do que meia dúzia de bestuntos, usam o Velhaco para isso. E, ele sabe disso. Talvez exista um pacto informal, pairando no ar, entre todos eles. E o Velhaco cobra o preço em dinheiro, em favores, em poder, no tráfico de influência.

A última vez que vi o Velhaco foi na porta do forum de Vitória, nas escadas de entrada do prédio. Décadas atrás. Ele esperava para ser testemunha em uma ação criminal cujo indiciado estava sendo processado por calúnia, injúria e difamação, um dos vários processos sofridos por um sujeito mais abjeto do planeta. Veio de São Paulo. Quando passei por ele, não sei se me reconheceu ou faz isso com todos, mas dirigiu-se a mim. Passei direto  mas olhei na cara dele. Seu olhar para mim foi de ódio. Talvez porque para ele os fatos não estavam valendo a realidade.

Hoje, sabendo tanta coisa que eu sei desse povo, prefiro poupar-me para não ficar doente. Não escuto sequer as lamentações dos meus amigos decepcionados,
Que se lixem ! E, que a justiça brasileira aplique a lei sem dó como faz com as pessoas comuns, muitas vezes julgadas com displicência.

Detalhe?  KLIKA

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