segunda-feira, 30 de abril de 2018

Impostos da vergonha

Parece mentira mas Chefe Boran é autoritário e democrático quando precisa. Comanda seu bando com o olhar e educa com o exemplo. Só vendo para acreditar...
                                 

Cada vez mais o estado brasileiro, por seus agentes determinantes, autoridades distantes do povo comum, aperta o garrote vil do seu domínio no pescoço do povo brasileiro.

Em vez de educar o povo, levar a sério o estudo, a leitura, o bom exemplo, quem decide aplica no povo o castigo. Abandonado à própria sorte, sem comando ou liderança, o povo brasileiro faz o que seu instinto manda. E, muitas vezes, acuado e sem saída, decide contra si mesmo.
Para um segmento que teve acesso à educação, viajado pelo mundo, cheio de razões do espírito aculturado e indiferente ao abandono da massa, o que essa gente devia fazer é ficar sentado no meio-fio, aguardando seu senhor aparecer e ofertar-lhe trabalho. Da mesma forma que levas de negros libertos pela Lei Áurea  fez quando pensou que a liberdade de lei bastava para sobreviver livre.

Está errada essa malta bem vestida ou de toga. Não é fazendo leis e apertando o cerco com punições e multas que farão um país educado, cujo cidadão respeite o seu compatriota e tenha um mínimo de convivência civilizada. Farão um povo educado e respeitoso quando o educador for a profissão de destaque e a educação prioridade. Não é a segurança pública a prioridade de um governo ou do estado mas a educação em seus princípios fundamentais: Atitude, exemplo e imitação.

Hoje o estado brasileiro entra até em nossas casas para dizer como devemos educar nossos filhos, manter relacionamento com os cônjuges, escolher sexualidade, votar direcionadamente, fazer contrato de trabalho com pagamento a sindicatos, abrir nossos negócios, andar na rua, interfere em nosso direito de pensar, falar e ir e vir.

Um cidadão que  trabalha três meses para sustentar um estado intervencionista, que não dá acesso à educação, que direciona a escolaridade para servír a esse mesmo estado e aos interesses dos poderosos em manter o controle pela ignorância, está fadado ao nada. E,  este mesmo cidadão comum, fadado ao nada não tem outra consequência que um estado estagnado, fadado ao nada  assim como a nação.

A menos que exista interesses inconfessáveis onde a ordem natural é fornecer a turba para sustentar  o que já é estabelecido. E, um dos pilares é a ignorância para gerar grilhões a serem apertados se houver rebelião individual ou coletiva.

Será que existe ignorante sem ser ovelha comandada por qualquer espertalhão e sustentando os impostos da vergonha?

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