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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Nada como antes

- Três dias de chuva, initerruptas, no ES
                     
Eu vivo, literalmente, em uma redoma. Não conheço nenhum tarado, nenhum praticante de sexo louco, nenhuma mulher doidivanas. O máximo que eu conheci de adúltero, foi Seu Carlos, nosso vizinho em Belo Horizonte / MG, cujas filhas coincidiam conosco em idade e, portanto, crescemos juntas.

O cara seria, o que hoje se diz, um viciado em sexo. Quando ficamos adolescentes a esposa do dito cujo aconselhou mamãe a não nos deixar ir lá enquanto ele estivesse. Papai orientou  mamãe ao aparecer no jardim  porque disse ter notado o fulano encarando-a de modo suspeito. Quando uma de suas filhas já tinha quinze anos, acordou de noite com latidos da cachorrinha no quintal, flagrou o pai abusando do animal. Ela morreu de câncer anos depois.

O Cine Metrópole em Belo Horizonte já foi ao chão mas foi testemunha de mais de uma vez, quando eu ia com uma de suas  filhas e ela dizia para sairmos rápido porque o pai estava lá com outra mulher. Saíamos como malucas e sem olhar para os lados. Quando não foi de certa feita quando fomos ao Cine Candelária, na Praça Raul Soares assistir o filme O Morro dos ventos uivantes, porque papai queria que conhecêssemos atores de verdade e demos de cara com ele, acompanhado. Ele nem se importou mas nós entramos rapidamente com papai, proibindo-nos de olhar pra trás para reparar a fulana.

Eu não suporto roupa imitando pele de onça porque ele deu um casaco de pele de onça,  verdadeira, para uma das suas mulheres e a esposa dele passou a chamar a fulana de Onça, dizendo que  o animal havia trocado de pele com a vagabunda. A mulher morava na rua do irmão da mamãe e cheguei a ver a coroa com o casaco. Eu tinha uns oito anos mas nunca esqueci. Caramba! A esposa dizia que toda puta tem pele de onça. Imagina quando vejo uma mulher com uma roupa de pele de onça, chego a arrepiar até hoje.

São muitos casos dele, que morreu deixando quase quarenta filhos, pois o primeiro nasceu quando ele tinha dezessete anos. Já tinha dois, com mulheres diferentes quando casou-se com vinte e a mulher grávida. A que era nossa vizinha e seus nove filhos. Naquele tempo não havia contraceptivo e nem exame de DNA. Já imaginou a bagunça?

Caramba! Isso tudo é para comentar o linchamento do jogador de futebol  Daniel Corrêa, vinte e quatro anos, convidado da família em festa de aniversário, veio de longe de avião e tudo, lá no interior do Paraná. E na festa o barco virou.
O assassino principal é um  brutamontes imenso de forte mas com o apelido de Juninho. Que meigo!
O cara é adepto da prática do jiu -jitzu, do  swing, de  bacanal com filha e esposa ciliconadas, pernões musculosos de academia, decotes vantajosos, cabelo pintado como toda gostosa, apreciador de narguilé e cocaína , bebiam todas a ponto dos convidados da festa terem  treze mililitros de álcool no sangue. Pelo menos foi encontrado nos exames do cadáver da  vítima.
O camarada fez uma festa para comemorar os  dezoito anos de sua filha única que durou dois dias, acabou na madrugada do dia seguinte com a morte por espancamento do jogador, iniciado no interior da casa, com direito a dentes e costelas quebrados, degola e órgão sexual cortado e jogado pra cima, caiu no galho de uma árvore, no local onde o corpo foi abandonado e onde  terminaram o crime porque tem sangue esguinchado para todo lado. Seis pessoas participaram do crime e os convidados, todos chapados e sem condição de colocar um fim na barbárie. A princípio o rapaz estava fazendo um selfie no quarto do casal, com a mulher dormindo, para exibir aos amigos como conquista. A verdade ,até agora, não apareceu.
Tudo família !!!!

É, não se fazem mais sem vergonhice  como antigamente.