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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Às múmias, o sarcófago...

                                  
Não sei se viver na  Região Sudeste  seja grandes coisas. Histórica e economicamente concentrada na população e na riqueza, deixa  seus habitantes muito longe do que acontece fora desse eixo. 
É como se fosse verdade apenas o que acontece  no mesmo lugar e o resto do país fosse um apêndice indigesto. 

Essas eleições mostraram que a informação e a comunicação não está mais concentrada na mídia dos grandes jornais paulistas. Que a forma midiática de pressionar os políticos e seus interesses podem estar com dias contados. Principalmente vindo com essa geração formada com a informação nas mãos.

Bolsonaro tem filhos jovens e a internet caminhou com eles no muito que isso conta. Os marqueteiros da política, formados em universidades  com impedimento para a liberdade do pensamento, caíram do cavalo, esborracharam no chão da arrogância midiática, com notícias falsas ou versões de quem sabe fazer textos distorcidos, com a ótica empanada por interesses diversos.
É bom ficar ligado em lideranças jovens que surgiram pelo país, sem discursos atrelados à ditadura, a teorias alienígenas assimiladas por quem viajou para Paris e voltou, achando que o Brasil é um país comum e seu povo eterno manipulável.
 Essa gente que cospe pra cima, falando mal do Brasil, aceitando estrangeiro como amigo para ter discurso ditado de fora, humilhando o povo que desconhecem. Artistas e políticos com informação direcionada e fora da realidade nacional, admitindo estrangeiro a nos cuspir na cara.

O melhor dessas eleições aconteceu pelo Brasil  afora, sobrando novidades e defenestrando múmias.