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quarta-feira, 31 de julho de 2019

As feridas das neuroses

                                   

O povo, a nação continuam reféns dos mesmos que criaram ou provocaram a ditadura militar de 1964. Gente que participou, ou que tem algum vínculo com aquela gente época histórica, continua trocando farpas em uma rinha sem fim, enquanto o Brasil não avança. Aos trancos, tem algum barranco no desenvolvimento, para estancar novamente.
Em 1964 a população não passava de sessenta milhões de pessoas e hoje tem mais de duzentos milhões. Mas a população que não viveu, que nem quer saber de história mas de desenvolvimento, precisa conviver com bate boca sem nenhum fundo prático para ela.

O que se depreende desse eterno olhar para trás é que o povo vive a mercê de grupelhos que se metem em política para defender teses ligadas a manifestação do seu inconsciente. É o individual refletindo no povo brasileiro, eterno joguete dos poderosos, dos espertinhos, dos que conseguem furar o bloqueio criado pelos donos do poder. Há um revezamento entre eles mesmos. Os filhos de quem fez e aconteceu, os parentes, os amigos dos amigos e o povo que se lasque.

Com a informação escancarada, com os segredos desvendados, alguns pelo menos, tenho pena de quem começa a vida nesse país. Ter um filho, fazer nascer um brasileiro, que nunca será um cidadão por inteiro é uma covardia completa com o aquele que  nasce.

Um círculo vicioso, um revezamento de discursos que vem e vão, fazendo do eleitor um joguete de interesses inconfessáveis, completamente desconhecido para o todo e para cada um em per si. Os melindres dos poderosos não são no representar o seu cargo mas porque alguém  pisou nos seus calos que o povo desconhece completamente. E, depois usam o poder público, pago com o dinheiro dos impostos de um povo de terceiro mundo para resolver questões pessoais de quem vive montado no dinheiro, público evidentemente.

Basta de abrir feridas pessoais para jorro pútrido na cara do povo. Chega! Queremos emprego e renda, educação e conhecimento em massa. O que pensa essa gente não interessa para quem quer viver em paz, trabalhando e feliz por isso.

Para saber: KLIKA
Reverberando: KLIKA