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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Mosca azul

                                     

Dois ministros com inteligência privilegiada e oportunidades de estudos acima da média falam pelos cotovelos. São os ministros da Economia e da Infraestrutura. Não importa o nome real dos ministérios: Guedes e Tarcísio.
Eles dão palestras, estão em inúmeras entrevistas em destaque e sempre aplaudidos.
Tarcísio fala em código. Pessoa leiga no assunto não entende metade do quê o camarada fala. Mas é aplaudido como se fosse.
Guedes tenta fazer piada e comparações populares.  E dá tiro a esmo na certeza que a maioria não entende mesmo. Então, alguma coisa pega no próprio pé.

Bolsonaro entregou a economia para seu ministro e os entendidos dizem que a equipe é mega técnica e competente. Elogios aparecem até a nível internacional. A Inglaterra, sabidamente crítica de tudo o que se passa no Brasil, premiou o cara como o melhor ministro de 2019. Dizem que  tem gente que abriu mão de ganhar fortunas para dedicar-se a fazer o Brasil tornar-se uma nação economicamente viável.
Eu prestei atenção no elogio da Inglaterra, feito através do jornal The Economist porque previram que o Brasil ia cair em um buraco quando Mantega era ministro da Dilmanta. Como acertaram, minha curiosidade aguçou. Pois que de economia só entendo da minha. Apenas para gerir o nada e  não levar desaforo de quem não paga a minha comida.

Na ânsia de ser aprovado em suas palavras e obras, este governo peca em falar demais. Talvez o fogo das vaidades esteja consumindo a cautela, ao Quem fala demais dá bom dia a cavalo.

Tarcísio é uma metralhadora. Fala pelos cotovelos quando presta contas de suas proezas, aplaudidas até na Alemanha. Tem orgulho das suas metas, cumpridas de forma militar. Mas devia ter cuidado com os inimigos. A vaidade pode ser uma armadilha.

Em alguns ministérios, os quais foram transformados em máquina de propaganda petralha, cheio de pseudos intelectuais, medíocres na cultura universal mas com a Cartilha da Guerrilha decorada até nas vírgulas, ainda os boicotes são claros.
Mas todo cuidado é pouco porque em boca fechada não entra mosquito e nem dá munição para o inimigo.

Falem menos e deixem quem deve buscar as notícias. Nem que seja nas redes sociais. Se dominam as artes da sua profissão , deixem a oratória para o profissional da palavra.

Mosca azul ?  KLIKA

                                         
 

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terça-feira, 19 de novembro de 2019

Vendendo salgadinhos

                      

O    preço do dolar bateu mais de R 4,20. E, desvinculado da inflação. Quer dizer que nada é importado no Brasil? Nem os insumos para o campo, farinha de trigo para fazer o pão? É isso ? Portanto, os preços não se alteram?

Depois que o Ministro da Economia, ou o nome que deram para o ministério dele, foi eleito o melhor economista por uma revista da Inglaterra, ninguém atreve-se a dizer que tem um erro em seus planos. O Banco Central  não intervém no preço do dolar que é flutuante. Será que nada  no Brasil aponta para o preço do dolar pois o país é autosuficiente?

Antes, os economistas diziam  que, com o dolar alto o preço das exportações brasileiras ficavam muito altas e não compensavam para o comprador estrangeiro. Assim como para importar insumos e máquinas para a indústria tornava-se proibitivo. A Dilma criou uma lei insentando  impostos de importação  para determinado maquinário.  A balança comercial salvava-se na exportação do minério mas com as tragédias de Minas Gerais a produção caiu. O quê mudou?

Nos tempos da Dilma, diziam que o dolar alto era sintoma de desconfiança no governo e no índice de confiabilidade do país. E agora é o quê ? Sumiram os especialistas e os que atrevem-se não se entende nada do que eles falam.

Eu vi uma palestra do Ministro dizendo que o dolar pode ficar até a R 4,50 que está sob controle. Controle de quê ? É tática para diminuir a dívida pública e o déficit orçamentário ? Depois alivia para o povo e gera emprego?
Parece que o governo está apostando na iniciativa do brasileiro para criar pequenas e micro empresas. Inclusive como geração de renda e distribuição de riquezas. E, para essa gente o dolar não faz diferença. É isso?

Enquanto isso o Brasil assinou Livre Comércio com a China. Coitada da indústria nacional. Ao brasileiro resta mesmo vender coxinha na porta do estádio ou abrir uma barbearia de bairro. Quem sabe algumas lojas de produtos descartáveis chineses.

Chega, já deu para entender onde mora a preocupação.

Nó em pingo d`água? KLIKA

                        

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