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terça-feira, 1 de julho de 2014

- Sabe de nada, inocente !

                               


Na história do futebol brasileiro, não se tem notícias  de comportamento positivo da mídia . Todas as Seleções foram pichadas, esculhambadas. T o d a s !  Estavam desesperados por não ter o que falar mal da Seleção 2014. Ouvi mais de um, dizendo que algum coisa estava errada porque estava tudo dando certo.

Os comentaristas surgem qual erva daninha. Falam mal, são contraditórios e remam com a maré. Poucos possuem perspicácia e inteligente apurada. Coragem zero. A maioria é pinçado do banco da praça, jogando dominó. Ex jogadores, falidos ou envelhecidos, com vocabulário restrito, sotaques insuportáveis, alguns saudosos dos, fracassados, velhos tempos. 

Para enfeitar os programas, essa malta de pessimistas contrata moças bonitas, muito bonitas, sempre sorrindo, dentes  belos à mostra, bem maquiadas, roupas justas, de pé , desde as primeiras horas à madrugada. Enquanto isso, somos obrigadas a conviver com homens impotentes, velhos, enrugados, mambembes , com barba por fazer , voz enrouquecida pelo picumã do cigarro, vestidos com roupas de churrasco, sentados como em banco de praia. Balofos à parte...

Do vocabulário melhor destaca-se Edmundo surpreendente e fora dos jargões. Bem vestido e impecável, salva Falcão.  Ambos ex jogadores com inimigos que não perdem a oportunidade para injuriá-los. Baran  está acima do limbo. Permanecem fora do saudosismo e da discórdia.

Mas quem falta mesmo com sua inteligência impar , criativa a cunhar frases lapidares é Nelson Rodrigues. Brasileiro, culto, longe de ser aculturado, calaria a boca de muito bestunto de plantão. Foi ele, por exemplo, quem  cunhou a frase:
 - Brasileiro vaia até minuto de silêncio. 

Em assim sendo, UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU ! Para a mídia sem noção, burra, destrutiva, invejosa, fantoche sem diploma, a cultivar derrotas e a buscar lágrimas no povo brasileiro.

Um dos alvos dos destrutivos de plantão ? KLIKA
Se dependesse da mídia  aculturada: KLIKA

quinta-feira, 24 de maio de 2012

O tempo e os abutres

                                
A CPMI do Cachoeira dá nojo pelos criminosos que desfilam pela bancada. O advogado do principal acusado, ex Ministro da Justiça, lembra o livro O retrato de Dorian Gray ( By Oscar Wilde) quando o quadro do personagem é descoberto:Uma máscara de horrores. Uma aula de cinismo com interpretação jurídica de medíocres do tribunal superior da nação. Ficar calado para não se auto acusar é o cúmulo da preguiça da magistratura. Interpretação canhestra   de uma norma tão importante. Os novos jurídicos não foram treinados para a contestação, para derrubar teses vetustas ou esdrúxulas mas para abanar a cabeça qual vaca de presépio ( By Nelson Rodrigues).

Não sei se dá mais nojo os crimes ou a pequenez dos cérebros, pseudo pensantes, da nação. Gente que senta na interpretação errônea mas bem fundamentada de algum talzinho e não tem coragem, ou capacidade, para mudar tudo. Não tem gana da novidade, de fazer a queda da Bastilha. Geração pós ditadura , calada pelos tacões do silêncio e da vergonha em brigar por novas ideias. Nada mal pois até na internete se leva bordoadas por ter o livre pensar. A vitória dos medíocres é retumbante.

Enquanto o povo estiver preocupado em ganhar a vida, correr atrás do dinheiro para deixar quase quarenta por cento de impostos  nos cofres públicos, com uma receita federal ávida do dinheiro dos cidadãos, a escumalha estará à solta.

A pobreza não é ruim pela falta de bens materiais ao conforto , mas pela impossibilidade de dedicar tempo para derrubar os abutres da nação.