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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Pimenta nos olhos dos outros é refresco

                     
Coitados dos apaches dos EUA: Sobrou até para eles pois colocaram o nome da vingança de Jerônimo.
Jerônimo foi um grande lider apache que lutou contra os brancos na tomada de suas terras.Só não ganharam o confronto porque surgiu a winchester, uma carabina de repetição adotada pelos brancos. Até então, os apaches estavam vencendo, liderados por Jerônimo. De duas uma: ou foi ofensa comparar com o Bin considerado famigerado, ou foi elogio pois Jerônimo quase acabou com os brancos.

Historicamente , para os EUA, a morte do Bin é um feito mas para os brasileiros é mera curiosidade. Interessa a metafísica da coisa como a atitude de entrar no país alheio, matar a todos desarmados, roubar o corpo do terrorista e sair se gabando.

Tem gente que ainda acha o mandatário do Iran exagerado quando ele acena com a possibilidade de ter armas atômicas!  


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terça-feira, 15 de março de 2011

Batalha do Jenipapo


Dia 13 de março, o Piauí comemorou a Batalha do Jenipapo. Solenemente, o resto do país ignora este evento. Os livros de história o omitem porque não houve a participação do nordeste do país na narração da história do Brasil. Estudamos que a independência do Brasil foi feita pelo sudeste e num passe de mágica. Não estudamos a luta dos brasileiros na consolidação de sua independência de Portugal. Para quem escreveu e editou livros de história, adotados no país, nenhum brasileiro morreu pela independência e a participação do homem comum foi perto de ser fantoche de um grupo privilegiado do sudeste. Com o livro 1822, de Laurentino Gomes, veio à tona, fora do Piauí, a Batalha do Jenipapo. Até mesmo naquele estado, não davam muito destaques aos heróis da consolidação do territorial nacional. Pouca gente sabe que Portugal planejava aceitar a independência de um Brasil e manter o norte colonizado em uma espécie de Guiana Portuguesa. E, foram os piauienses e maranhenses que lutaram , morreram e proclamaram a independência naquela região. Lutaram contra um general de Napoleão e ganharam.

Agora, buscam uma lei no Congresso para reconhecer a data, a luta como um evento nacional na sua devida dimensão. O Brasil é o Brasil por participação de todo o povo e não somente de um grupo localizado e , por pregar equivocadamente por tantos anos, abuletam-se em sua arrogância, achando que o Brasil é só deles. Que mudem os livros de história e mostrem aos brasileiros a verdadeira história do Brasil.

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