E a mim também...
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Tenho pena das pessoas que fazem da sua vida um constante embate com tudo e todos. Nem sei como conseguem viver aos ataques, aos vitupérios, no que se convencionou ser cancelamento de gente, reputação e vidas. O alimentar nas polêmicas, o procurar incansável dos defeitos alheios, os ataques na zona delicada de uns e outros, nos insultos, em no não levar desaforo pra casa.
Mas pior é obrigar alguém, que quer seguir sua vida mas precisa estar sempre rebatendo ataques cujos interesses são, muitas vezes, inconfessáveis. Parece que ganham a vida sentados na polêmica e vocação para lutas armadas ou de ringues eternos. Alguns não admitem ser contrariados que lá vai bomba em abuso de seu poder nas plataformas pagas, compradas ou financiadas.
Há décadas está difícil procurar informação na mídia. Não é de hoje o distorcer das notícias e a violência dos ataques. Já fiz ene textos, matutando sobre os possíveis motivos ou do quê se passa nas orientações dos donos da mídia. Quanto pior, melhor ou O pior é o melhor.
O máximo foi hoje quando houve uma festança na casa alugada de uma cantora e um portal deu 500 participantes e outro 700. Achei um terceiro com 400. Parece bobagem mas é o espelho limpo e claro do que podemos encontrar nas notícias. A diferença de 200, 300 pessoas em uma festa é muito erro de informação. Um exemplo do deixar pra lá com a verdade. E, ainda querem que o povo acredite no que essa gente publica. No que eu conheço, 99% não corresponde aos fatos.
Salve-se quem puder.
#compartilhe se achar que deve. Afinal, quem passa por aqui forma uma rede invisível que faz o blog prosperar.
Orquídeas dão aos cachos no meu quintal
Difícil para muita gente entender que o Brasil não é somente Rio de Janeiro e São Paulo. Especialmente o estrangeiro que se dá de brasilianista, faz pesquisa acadêmica nestas metrópoles e generalizam atitudes, costumes, práticas de todo tipo.
Difícil entender que o Brasil tem, em cada estado da federação, um país com suas falas, música, folclore, culinária e costumes peculiares. E, com detalhe importante, o brasileiro comum, longe dos lugares hegemônicos e constantes na mídia e julgamento não quer ser confundido.
Se São Paulo e Rio tem suas populações nas ruas, em aglomerações gigantescas para dançar funk ou comprar quinquilharias de produção barata, contrabandeadas e sem pagar impostos, dos arrogantes chineses de seus centros populares, o problema é deles. Se os seus novos ricos fazem festas com duzentos, quinhentos convidados é preciso situar, claramente, quem são e o que entendem da vida.
Onde moro, Guarapari-ES, cidade turística que nesta época do ano traz uma multidão do mundo todo, em dez vezes a sua população, para passar as festas de fim de ano e o próprio verão está VAZIA. Minha rua, que fica intransitável nesta época, não tem um carro de fora pra contar o caso. Ninguém sai sem necessidade, não há aglomeração, muitos de máscaras, mantendo distância, lojas abertas, nada cheio de gente. A construção de uma casa ao lado da minha tem barulho insuportável porque a construção civil está a toda. Comércio aberto normalmente. Só, mesmo, a falência zanzonal.
Uma vizinha, que é de Vitória mas tem casa por aqui, insistiu que o noticiário da televisão está contando aglomerações sem máscaras, mortes e aumento nas ocupações de leitos dos hospitais. Apavorada, quis me contagiar com seu medo estampado na máscara, mesmo dentro do carro e olhos arregalados. Jamais anda a pé, nem daqui prali. Haja paciência ! Eu deixei correr. Afinal a mulher é dona de universidade e tem título de doutora.
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O quê leva um homem público a pensar, ser o cargo que ocupa instrumento de enriquecimento ilícito, ao apossar-se do dinheiro que financia avanços para o seu município?
Não pense que envergonham-se. Nem que tem algum medo da punição. Mesmo porque suas famílias continuam recebendo-os em suas casas, os amigos do peito continuam a locupletar-se, indiretamente, do que usufruíram ou usufruem do espaço que lhes foi atribuído na divisão da pilhagem.
Uma vez, fui assessora jurídica na Secretaria de Planejamento de um município do interior do ES. Um empresário conhecido fez um requerimento para extração de areia de uma região de um areal. Depois de verificar se a área desejada fazia parte de um trecho onde havia proibição, por lei, de extração de areia, verifiquei que o lugar não estava protegido. Fiz meu parecer e o processo foi para o prefeito.
Qual não foi o meu espanto quando o secretário conversou comigo, orientando para eu dizer ao empresário que ele, secretário, só iria dar a licença se houvesse um pagamento a combinar. Eu retruquei que isso era corrupção, não era da minha alçada conversar sobre o assunto com um homem respeitado como era o empresário, que era uma vergonha. Ele disse, tranquilamente , que jamais iria dar condições para um homem, já riquíssimo, ficar mais rico sem dividir com ele.
Quando o empresário veio, pessoalmente, conversar comigo e perguntar por que o processo não andava, eu lhe disse, não escondi nada. Ainda pedi que não pagasse nada, que não aderisse a corrupção.O cara ficou pálido, sem dizer nada, virou-se, foi embora, nunca mais voltou e o processo ficou na prateleira até eu sair do cargo.
O que ficou na minha cabeça foi a convicção do secretário, um engenheiro conhecido. Talvez o empresário tenha dito algo ao prefeito, não sei. O fato é que o fulano, mudando o prefeito com as novas eleições, saiu do cargo. Não sei que fim levou. E, com a nova gestão, o empresário conseguiu a licença pretendida.
Corrupção é coisa de ladrão, não tem explicação. Talvez, seja um vício para oportunistas de todo tipo e seus vícios inconfessáveis.
#compartilhe Se puder, se achar que deve. Agradeço.
Um ano que deixou todos exaustos. Muita fofoca, muita maldade. Caluniadores e difamadores profissionais, ganhando muito fama e dinheiro nas redes sociais.
Um ano que envelheceu mais a alma do que o corpo das pessoas. O divertimento, a leveza não fez parte de 2020. A maldade saiu por completo das figuras públicas, que escondiam tudo atrás das lantejoulas dispersas ao vento na futilidade e nos sorrisos falsos.
O ano de 2020 mostrou que poucas pessoas públicas possuem a generosidade natural. A maioria, com a fama e o dinheiro, imbuiu-se da certeza da auto proclamação de oráculos da humanidade. Do Papa argentino ao youtuber de passagem. O que teve de gente agredindo, jogando responsabilidades sobre uns e outros das mazelas humanas nunca foi ou será superado. Como se a simples ocupação de um cargo fosse o bastante para segurar a lança dos acontecimentos.
Continuo esperando o pronunciamento da nação que inaugurou um tipo novo de guerra: A Guerra Viral. O alvo pode ter sido a maior nação do planeta mas atingiu até os recônditos da Antártica. Enquanto procura-se culpados na entrada dos aeroportos,o dragão comemora a vitória e procura-se pulga no vira-latas doméstico.
Guerra é guerra. Alexandre Magno morreu cedo demais em um tempo em que o chefe ia na frente, cortando cabeças. Hoje, basta usar um espray e jogar a morte no elevador.
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Feliz festas !
Eu já agradeço.
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Quando um político, prefeito de uma capital importante do Brasil, Belo Horizonte-MG, reeleito com 63% dos votos no primeiro turno, vai para uma entrevista em âmbito nacional, e diz ser ele quem decide mandar prender, fechar ou abrir o comércio da cidade, percebe-se a decadência da democracia e o nível de desejo do povo em ter um condutor de suas vidas. Não passa pela cabeça dessa gente o diálogo, o convencimento, a divulgação massiva das regras de higiene que podem salvar vidas: Lavar as mãos com sabão ao chegar em casa ou no trabalho, usar o álcool gel, evitar aglomerações e usar a máscara quando não puder evitar a saída de casa para as pessoas vulneráveis na saúde.
Em outra megalópole brasileira, cartão postal do Brasil, o Rio de Janeiro, tem a decisão de seus eleitores em quase o dobro de abstenção, somados com os nulos e brancos, para eleger um candidato sub judice, em seus vários processos de improbidade administrativa. Verdade que, nos anos sessenta, não sei bem em qual eleição, o povo da cidade do Rio de Janeiro, votou no Cacareco, um rinoceronte em destaque no Zoológico da cidade. O voto, na época era com cédula de papel.
Então, aparece um grupo de políticos, com trânsito massivo no noticiário, exigindo o voto impresso porque a urna eleitoral só existe no Brasil e , portanto, não é confiável. Que os hakers entram em qualquer rede de computadores e também entrarão nas urnas para fraudar os votos. Obviamente, dando destaques a detalhes irrelevantes, sem provas de qualquer fraude a não ser a paranoia insuportável.
Não importa se o sistema eleitoral não seja de rede de computadores, se o resultado está gravado em placa que pode ser arquivada e usada até um determinado prazo. Há de não aceitar o resultado das eleições fora do seu pensamento e desejos de unanimidade do resultado dos votos. Para os políticos resta a certeza que as pesquisas valem mais do que o voto secreto.
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