sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Professora ensina sexo oral ao vivo para adolescentes

                                     
O aumento da incidência de câncer no sistema digestivo é apavorante. Seria interessante pesquisar se isso é resultado direto da bílis que destilamos, toda vez que lemos uma notícia sobre o que fizeram com as contas e o dinheiro público  do cidadão que paga os impostos. Ou a disseminação da falta de pudor e o ser discreto nos  costumes privados e personalíssimos.

Agora apareceu um vídeo que me foi enviado com uma professora ensinando os alunos a fazer sexo oral. Usa um rapaz como modelo e no meio de moças. Ajoelha-se no chão para mostrar como deve ser feito o sexo. Ninguém protesta e ela faz piada e debocha do constrangimento dos adolescentes, todos menores de idade. Não aparece nenhum diretor nem outra professora para por fim ao absurdo.

Além de ensinar o que não faz parte do curriculum, eu tenho a convicção absoluta e inarredável que esse tipo de sexo, com a mulher ajoelhada em frente o homem enquanto faz sexo oral tem duas vertentes: Uma é a falocracia, o culto ao falo e que deve ser feito pela mulher e outro é a degradação da mulher como instrumento coisidificado para o homem.

Eu não sou moralista e cada um sabe da sua vida mas um tipo desses, que deve  combater a violência contra a mulher não tem noção do que significa essa atitude e o que representa a pantomima com a mulher ajoelhada. Professora ensinando para adolescente uma fase avançada do comportamento sexual. Se algum já viu em site pornográfico não é somado à desculpa alguma.

Já não basta saber que o Brasil está entregue ao estrangeiro, com a Câmara Federal perdoando divida de empresa de petróleo, privada, estrangeira na ordem de cinquenta bilhões de reais em impostos não pagos. Não basta ter feito doação para países africanos, com mandatários tao corruptos como quem fez a doação, os petralhas asquerosos e ainda cotados para voltar ao poder. Há de tornar o brasileiro um amorfo, sem reação alguma a nada sob pena de ser chamado de doido, de violento, do extremo, a tornar mania, vício, fixação em uma idade onde os hormônios estão em ebulição. Encher a cabeça do adolescente e da criança de sexo, de fornicação, de usar o corpo para o culto ao falo e a misoginia e não estudar para ser cientista, escritor, pesquisador, cidadão trabalhador e feliz. 

O brasileiro que tem o mínimo de cérebro, ao ver tudo isso, a falta de perspectiva como nação, pelo menos a médio prazo, para os próximos vinte anos ou trinta anos, destila bílis em ódio profundo, fere de morte o suco pancreático, o suco gástrico, destroi as  enzimas do fígado, suas células e cai sem saída no câncer devastador, morrendo em dois ou três meses. Isso está acontecendo aos milhares.

Preciso me cuidar, controlar minha adrenalina, fazer como a maioria da população que, se você reclamar ou reagir, gritam que você é doida. E não pensar que, essa chusma que protesta o faz por amor a pátria. Não, o brasileiro é apátrida. Se não dá para abandonar o navio, essa gente finge-se de morta. E não é para comer o coveiro mas para levar vantagem. Se não for para sair do Brasil e, de longe, nos atacar como formigas de fogo.

Se não, poupe-se :  KLIKA



quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Nunca mais

- O brasileiro merece desfrutar da brasilidade
                         
Não é verdade que a ditadura foi boa para o Brasil. Os simplórios, os provincianos, os de vida medíocre da casa pro trabalho, uma cervejinha no fim de semana e um futebol tricampeão, funcionário público e nenhum livro na estante de casa, os  que pouco observam para construção de uma nação podem ter esta ótica.

A ditadura fez a maior dívida externa do país. Delfim Neto, um dos Ministros da Fazenda da ditadura, e que devia estar na cadeia, dizia que só fica rico quem  faz empréstimo. Depois, paga quando puder. E a dívida do Brasil subindo e ele falando coisa sem coisa na televisão, sem mexer um músculo da cara. Paulista adora esse cara até hoje e quando ele aparece em algum debate, velho sem noção, tem gente que lambe as suas  botas. 
Ele criou um papel, Letra de Câmbio, e a gente investia. Eu mesma, professora primária, investi nesse negócio, e tinha dezoito anos. Antes da Bolsa de Valores que foi criada depois. 
Ele desvalorizou esse papel, da noite para o dia  e todo mundo perdeu dinheiro. Papai perdeu, tio Ovídio perdeu e eu, mocinha ganhando merreca, perdemos todos. E, ficou por isso mesmo.
Ele baixou o preço do dólar e todo mundo comprou e ele foi subindo o preço para incentivar a compra. De repente, da noite pro dia, o preço caiu quase a zero. 
Pra onde foi esse dinheiro?

Teve outro Ministro da Fazenda, Mário Henrique Simonsen, paulista famoso, bêbado de carteirinha a ponto de ter o olho empapuçado de tanto wisky, que criou uma lista de autorização para produtos importados e wisky estava nela. incentivou a compra de bônus da gasolina para ser devolvido a futuro. Nunca mais ninguém viu esse dinheiro. O cara não foi punido e nem cobrado.

Eu paguei, por dez anos, um plano de aposentadoria Montepio da Família Militar e quando era para eu começar a receber, simplesmente sumiram. Depois de muitos anos encontrei um escritório em Belo Horizonte, uma salinha escura em um prédio velho e um vagabundo, um safado, ao ser questionado por mim se devolveriam o que eu paguei ele riu e mandou eu entrar na justiça. Tudo na ditadura. Recentemente achei os carnês, sapateei em cima, de raiva e taquei fogo. 

A reforma rural foi feita a favor dos latifundiários, especialmente para estrangeiros e  que gerou a evasão rural, o inchaço nas grandes cidades para alimentar os trabalhadores da industrialização, fazer a diferença entre pobres e ricos aumentar cada vez mais, os semi escravos cujo ópio é o incomparável futebol brasileiro. Mas sem nenhum contraponto, fazendo nascer as favelas, as periferias, o Brasil periférico de onde vemos a criminalidade de hoje. De Brasil rural, em dez anos tornou-se Brasil urbano com hordas de desqualificados, trabalhando, vivendo e construindo uma nação subdesenvolvida que patina no lugar, sustentando os suseranos pós modernos.
Eu me lembro da luta do meu marido, arquiteto do plano industrial da Serra, município vizinho a capital Vitória/ES, ( E hoje homenageado com o nome da avenida principal) para implantar, junto com a indústria, a infra estrutura de casas populares ou loteamentos privados, vindo juntos com a urbanização completa, isto é, meio fio, ruas calçadas, iluminação pública, esgoto, urbanização prevendo escolas,  bairros planejados. Foi um dos que fizeram coro a exigências e que originou a lei que regula os loteamentos urbanos, na década de setenta.

Quando eu estava no terceiro ano da faculdade, UFMG, eu dava aulas, surgiu um carnê para pagarmos mensalidades. Eu ouvi dizer que, quem não podia pagar poderia conseguir dispensa do pagamento. Eu fui ao escritório do MEC, no Edifício Acaiaca, Av. Afonso Pena em Belo Horizonte/MG, mostrar que eu era professora e pedir dispensa no pagamento. Na entrevista falei que eu morava com meus pais. Então, o cara disse que precisava da declaração do Imposto de Renda do meu pai para isentar-me. Eu era maior de idade, papai não pagava nada para mim e muito menos pagaria minha faculdade mas o cara não quis saber.
As vezes eu penso que foi um sonho porque não recebi mais carnê e não paguei, nunca mais ouvi falar no assunto. Parece que foi algum golpe que eu cai, pagando algo que não devia pagar. Nunca mais ouvi falar disso. Coisa de maluco, de ditadura que fez e desfez sem dar satisfações.

Mas uma coisa que me impressiona até hoje, foi em  um carnaval, onde dançamos na Sociedade Mineira de Engenheiros, papai nos buscava no final da festa. Dias depois fiquei sabendo que Marília - minha colega do curso Normal do Instituto de Educação de Minhas Gerais - voltava da festa com o namorado Eduardo - depois eles casaram - e buscavam um taxi quando passou uma radio patrulha  do DOPS e os levou para serem interrogados. Ela disse que foi um terror, os dois jovens, voltando do carnaval e sendo interrogados aos gritos e nem sabiam sobre o que. Lá pelas tantas, um meganha   ( como eram chamados naquela época) passou as mãos nos seios dela. Realmente ela tinha seios bonitos e ele aproveitou-se e riram dela as gargalhadas quando ela começou a chorar e o namorado protestou, levou uns tabefes. Só foram liberados à tarde, quando a família dos dois buscaram " Mexer os pauzinhos"- ( Outra expressão da época) E, nunca se falou mais nisso...

Sem falar no meu tio, irmão do papai, que exilou-se no Peru, cassado os seus direitos políticos por dez anos, sabe-se lá porque. Disseram que ele fazia parte do Grupo dos Onze de Leonel Brizola. Ele era deputado estadual. Irmãos da mamãe foram presos em Juiz de Fora e , depois, absolvidos de acusações sei lá quais. Acho que eram do Partido Comunista mas absolutamente inofensivos antes e depois tudo no discurso apenas, como são os filhos até hoje. Uns ridículos, filhos e netos de um grande capitalista, grande industrial, um dos homens mais ricos  de Belo Horizonte e se dizem comunistas. Dá vontade de rir.

Ditadura sempre é ruim, e a bagunça, a falta de lideranças de hoje, o jeitinho e as carteiradas são frutos da ditadura. Nasceram com a certeza da impunidade, do vale tudo de quem podia mais e cuja maior representante é a Lei Fleury, feita para não punir um dos chefes de polícia mais truculentos da história e levou de roldão  outros tantos. E, prevalece até hoje, beneficiando a bandidagem gorda e amiga dos amigos. 
Para não falar na tortura, no pau de arara, na surra de toalha molhada, na prisão de alguém dedurado por vizinho ou companheiro de trabalho porque emitiu opinião contrária aos milicos. Só a frase Eu não gosto de milicos, era motivo de prisão, de perseguição, de dispensas do serviço. Os olheiros da ditadura, na faculdade, os jubilados por fazer protestos e impedidos de estudar em outra escola pública federal e por qualquer motivo. As matérias proibidas de serem ministradas como Ação Popular ou Mandado de Segurança ou Atos Institucionais nas aulas de Direito Constitucional. Aprendi sozinha porque nenhum professor ensinou em aula.
Portanto, não é verdade que só bandido era preso. A pessoa podia ser liberada tão logo prestava depoimento mas era conduzida como se tivesse que dar satisfações para meia dúzia de donos da verdade. Só pra tacar terror.

Hoje, muita coisa está superada. Lembramos da ditadura porque quem deu causa chegou ao poder e continua tumultuando o Brasil. Isso desde 64. Chega. Eu preciso conseguir sobreviver a essa gente arrogante que se acha dona da verdade e vem trazendo o país na barrigada, levando vantagem, recebendo muita grana e sem largar o osso.

Precisamos avançar. Ditadura nunca mais.


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Só me faltava esta !

- Tô mal pra caramba !
                                                     
Não bastasse tantos animais voando, pulando nas árvores, cupins em luta sem fim, as formigas aparecem mesmo com combate incansável.

Semana passada, sexta-feira, a chuva foi torrencial. Fim de primavera e o verão, chegando a chuva em Guarapari/ES mostra que o verão vai ser arretado.
Quando eu morava em Belo Horizonte/MG e não havia a divulgação do tempo, telefonávamos, nessa época do ano, para qualquer telefone de Guarapari e perguntávamos  se estava chovendo. Se a resposta fosse afirmativa, começávamos a preparar nossas férias na praia.
Para sabermos algum número de telefone, íamos até o Posto Telefônico no centro da cidade, na rua Tupis, pegávamos o catálogo do estado do Espírito Santo, íamos para a cabine e fazíamos a chamada para obter a informação.

Formado o grupo para a viagem, combinávamos a divisão das despesas e a compra dos mantimentos. Trazíamos quase tudo. Não é atoa que os capixabas reclamam até hoje porque esse hábito continua para os mineiros. Mas não é para menos, pois os preços sobem até duzentos por cento.
Quando o verão se avizinha, véspera de Natal, para quem mora na cidade, é preciso fazer as comprar dos artigos não perecíveis para três meses se quiser economizar e não ser explorado. O pessoal da cidade vive muito dessa economia de veraneio.

Isso tudo é para dizer que a chuva forte fez entrar água na garagem. No fim da garagem tem um jardim para receber a água da calha da varanda do segundo andar e, no final do cano para escoar a água até a  rua que cai no jardim, nasceu grama,  encheu de formigas e eu não vi nem uma e nem outra.
A água não escoou pelo cano obstruído na rua e subiu para o piso da garagem. Quando deu uma estiada eu fui com meu filho retirar a grama e as formigas deram no meu pé. Eu não vi, muito pequenas e pretinhas, só senti a picada como se fosse fogo queimando. Tirei o que deu sem esperar que haveria reação: Coceira, queimação e, depois, inchaço - meu pé está uma bola - e inflamação que não passa. 
Já passei pomada mas está cada vez mais feio. Caramba! Eu precisava disso?
Para colocar tênis para a minha malhação e caminhada, estou colocando bandaid, no sacrifício...

É drama ? Então KLIKA 



sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Controle das mentes

Ai que saudades desse  dia ...
                          
Alguém pode me dizer por que insisto em usar páginas de propriedade alheia na internet?
Eu não tenho mais nada para fazer do que ficar mudando senha, passando por idiota, supercarregando minha memória e meus neurônios ?
Será que eu não tenho mais o que pensar, matutar nessa profissão que desgasta a mente e vai me deixar gagá um dia?

Ainda pedem que eu faça uma senha que não uso em outro lugar?
Então preciso anotar e, no final, perde-se a função de uma senha que é dificultar o acesso de terceiros.

Já me livrei do Facebook que possui uma propaganda monstro e parece que, se você não tem página naquela josta, você é um bestunto renomado. Um lugar onde uma pessoa é afrontada, ofendida cujo dono é proprietário da mente dos humanos. Sim, porque se não pensa como um dos homens mais ricos do mundo a pessoa é punida, colocada de castigo como se adolescente fosse?

Ainda me restou esse pedaço  mas, depois de anos e anos e mais de dois mil textos, começo a ficar contrariada. Pensei que aqui fosse lugar sem censura. Ou será que o dono do Face, do Whatzap, Instagran e outros tantos instrumentos de comunicação da internet, agora também é dono do blogspot?

E, ainda tem gente que preocupa-se com comunista e Trump...
O controle das mentes está nas mãos do dono do Face ...

B A N G !

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Os diferentes dos diferentes

 Os ungidos cariocas
                
Repercutiu pouco a notícia do que foi encontrado na cela do ex governador do Rio, após vistoria feita pelo Ministério Público.
Não foi dado o destaque merecido a arrogância do ex governador que continua saidinho, atrevido e metido a líder, questionando a promotora de justiça.

Qualquer bandido respeita um promotor ou juiz, Só um bandido psicopata atreve-se a peitar juiz em audiência ou vistoria em prisão. Pois essa mancha na cidadania, chamada Sérgio Cabral, o fez e continua fazendo. E nada acontece.

Esses presos da política do Rio mostram sua personalidade e escancaram a vergonha dos seus eleitores de  terem sido feito de paspalhos, engabelados pelo espertalhão.

É importante observar duas lideranças , ex governadores do RJ e seus passos na cadeia. 
Cabral continua liderando tudo e, como consequência, domina os carcereiros, diretores e asseclas presos na mesma ala. Recebe asa mesmas iguarias para comer guardadas em baldes com gelo. 

É interessante observar que os presos comuns, mesmo aqueles bandidos temidos, não reagiram frente a desigualdade de tratamento. Estão inertes aceitando que os bandidos da política recebam tratamento VIP, com colchões, comida e liberdade de ação bem superiores aos deles. Nada, ninguém reclamou.

Realmente é de observar que os bandidos oriundos da considerada classe baixa repeitam os bandidos da elite até na cadeia. Me explica aí...

Permitem... KLIKA

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Burocracia da vida

Foto de Louise, minha vizinha. Minha casa é da ponta a direita
                              
E impossível um profissional de grande responsabilidade, com vida de executivo ou mandatário, administrar sua vida privada sem auxílio de alguém que o ajude. 
Assim como um executivo precisa de um secretário para organizar sua agenda e passos a tomar na execução de sua função, o mesmo ocorre com uma pessoa cheia de tarefas.

Lá se vai o tempo em que bastava passar em um banco ou pagar os impostos que recaem em cima dos bens e coisas. Hoje, os prospectos para pagamento não chegam pelo correio e ficam a cargo da memória do cidadão a responsabilidade de lembrar e buscar códigos de barras, datas de vencimento, quantias a pagar, acumuladas com outras funções mais importantes.

O fim da picada essa gente do dinheiro, fornecedora ou prestadora de serviços impingir, quase a força, o uso de celulares para que uma pessoa se lembre de efetuar seus pagamentos com meras mensagens enviadas como lembretes. As obrigações e riscos correm por conta dos usuários e suas máquinas perdidas nas mãos dos ladrões. Afora novas formas de buscar compensações pelos prejuízos enquanto a cabeça pinica de preocupação.

Um exemplo rasteiro são os bancos. Pouco importa se o pagamento de faturas é feito em dia marcado porque importa é a cobrança de juros para alimentar os lucros exorbitantes.
Eu tenho conta em dois bancos porque, quando um tenta passar a perna em mim eu uso o outro para suprir minha vida. Cartões fragilíssimos, desgastam-se e custam uma fortuna para obter outro. Quando levam dias e dias para fornecer o novo.

Eu não sei como tem gente com cabeça para viver dependurada em cartão de crédito. Um dos bancos que eu sou correntista tem um cartão crédito e débito e quando um bestunto do comércio erra e marca crédito eu sempre tenho contrariedades. O tamborete nunca manda a fatura com prazo de pagamento e tem a coragem de cobrar quantia merreca em fatura que vale mais do que a cobrança em si mesma, também chegada com atraso.

Um absurdo o correntista ter que ficar atento a datas de pagamentos, notar que a fatura não veio na data e ainda ter que telefonar, aguardar todos itens para escolha do que precisa e anotar a barra com o código para efetuar o pagamento.

Tenho pena dessa gente que não consegue memorizar uma senha, um telefone ou teclar para acessar suas obrigações. Tenho curiosidade de como uma pessoa consegue viver com códigos, faturas, senhas, obrigações civis e ataques dos inimigos sem ter um ajudante para pagar suas contas, procurar os papéis da burocracia, agendar datas da vida. Só rindo pois eu sou esta pessoa.

Para alguém poder viajar, tirar férias, descansar a cabeça, precisa de outra para cumprir suas obrigações, na sua falta. E nem sempre encontra quem possa fazer. Parece fácil o papel de um secretário      ( evidentemente secretária também) porque é preciso cabeça boa, ter o dom da organização e paciência infinita.

A vida está muito complicada e ninguém tem tempo ou interesse de facilitar nada porque a sua própria é abatida todos os dias. Para quem tem dinheiro as coisas ficam mais fáceis porque pode pagar serviçais mas para o cidadão comum é complicado. Talvez, esse seja um dos complicadores para tanta lamúria de gente cansada demais com as dificuldades da vida.



terça-feira, 21 de novembro de 2017

Megalomaníacos unidos

- Como a rua está hoje. As casas já eram...
                       
Caramba, a corrupção não deixou nenhum megalômano de lado. Na disputa para tornar-se rico, muito classe média alta colocou no bolso o dinheiro do zé povinho. Pois que o dinheiro  dos impostos que torna-se verba pública para construção disso e daquilo, vem do zé mané que paga seus impostos na marra.

Agora chega a notícia que mais um Paz foi condenado por corrupção, ainda na primeira instância e em Minas Gerais. São três irmãos e os três sob a pena do juiz criminal.

Eu fui criada na rua Canadá esquina com Flórida, bairro Sion, em Belo Horizonte/MG. Papai fez uma casa em três meses com o empreiteiro Seu Alencar. As ruas não tinham calçamento e a água era escassa. Faltava muito e a nossa empregada dizia que era um mijinho de água. Então, a meninada buscava água na bica, no barranco  de onde depois foi feita a Av. Uruguai. E, detalhe, era em uma caçarola de cozinha, panelas, bules para encher a banheira ou um tanque feito no quintal. Depois fizeram a captação da água em Nova Lima e cobriram o Córrego Acaba Mundo, asfaltando a Av. Uruguai que era imensa e hoje é uma bobagem, devido a construção de prédios e o desaguar do povo lá de cima da Av.Afonso Pena. Todas as melhorias e infra estrutura daquele lugar estão nítidas na minha memória. Sinto até o cheiro de piche do encanamento da água e esgoto, escondido sob o asfalto, passado sobre o calçamento de paralelepípedos.

Pois estes Paz moravam na rua Flórida, um quarteirão da minha  casa, quase esquina com a República Argentina. A meninada das redondezas, todas, brincavam descalças na rua Flórida, de pegador, finca, roda, bentialtas, tanta coisa... O calcanhar era cascão puro e papai esfregava, com a bucha cuja trepadeira tinha no quintal da Dona Angelina, no sábado, para o pé ficar limpo.
Nas festas juninas, quadrilhas, canjica eram feitas com a garotada no quintal, vestidos a carater.

Pois estes Paz jamais se misturaram. Passavam por nós sem sequer olhar para os lados. E, quando eles passavam eu me lembro de olhar para o Cristiano e o Bernardo, pensando que eram de outro planeta. Um moreno e o outro loiro. Um dia os meninos os chamaram para entrar nas brincadeiras mas sequer responderam e a cara de bobos foi de rolar de rir. 

Hoje leio os depoimentos do Bernardo, as entrevistas e o cara é megalômano, conta cada coisa que ninguém lembra-se. Fez-se dono do Sítio Inhotim que pretende ser um museu a céu aberto. Como ninguém vai lá, só uns gatos pingados, ele diz que é muito frequentado por estrangeiros endinheirados e altamente cultos. Mas não se lembra de nenhum nome. Fez daquilo o surto de grandeza que o acompanha desde quando morava na rua Flórida. O Cristiano é mais discreto, está preso cumprindo vinte e três anos de condenação mas não sei em que pé está. A irmã, que eu nem sabia que havia, também está presa. Caramba !!!

Bernardo, quando serviu o CPOR, não quis ficar entre os rapazes em Belo Horizonte e dizem, cumpriu o tempo na guarda do Palácio da Alvorada em Brasília porque seria muito bonito e foi convidado para valorizar o grupo. Cáspita! Desde aquele tempo eu nunca entendi essa maravilha! Eu não estou bem a par porque ele é mais velho do que eu e isso faz muita diferença para atualizar as fofocas da época. Só consultando alguém mas não vou fazê-lo, deixa prá lá. Não quero falar demais porque essa gente pinta e borda e  pode ofender-se e meter um processo em cima de mim.

Cara, como poooode ? O cara metido a besta, frequentador das altas e viajado pras zoropa, convivendo com gente granfina mas ladrão como qualquer pé de chinelo !!! E, toda a família!
Que elite vagabunda ...

Visto de longe, nem parece verdade.


Imigrantes e refugiados de ontem e hoje

                         
Toda vez que sai uma nova lei aparecem os do contra. Impressionante!  Quando eu era advogada de entidades e empresas eu ficava pasma com a dificuldade das pessoas entenderem que a nova lei atendia a ansiedades da própria entidade e perseguida por anos.
Durante décadas matutei o motivo de um grupo de um conjunto de cooperativas de saúde bucal terem me agredido quase as raias do confronto  físico, mesmo ficando calada e pasma com a agressividade, quando terminei de expor o meu ponto de vista sobre uma lei do governo FHC.
Não tive outra saída e recusei-me a continuar em uma reunião onde eu estava sem receber honorários a maior do que o mensal, em cidade diferente da minha para onde desloquei-me com o meu carro, dirigindo 400 quilômetros, com a presidente da cooperativa, num calor de fritar tutanos. Retirei-me e hoje percebo como eu era participativa e não tinha medo de nada, muito menos do futuro. Hoje não usaria meu carro nem com revólver na cabeça pois cliente não é amigo e ponto final. E gente estúpida tem que pagar caro um parecer jurídico sério e responsável.
Só descobri o motivo do ataque virulento e sanguíneo quando, recentemente,  estouraram para todo o Brasil, as divergências políticas de direita  e esquerda, de PT e PSDB, havidas no estado de SP, capitaneadas pelo indivíduo virulento e que era da cooperativa da capital paulista. Provavelmente ele era petista e a lei era do governo FHC e ele não contava que a presidente da cooperativa de Vitória / ES levasse um advogado para falar de lei e não de dentes.

Agora reagem contra a nova lei que regula a imigração no Brasil. Vem substituir lei antiga e elaborada há décadas quando o mundo era outro e nem havia terrorismo. 
Um segmento defende ser o Brasil portas abertas tal qual e quando chegaram aqui os portugueses. As teorias são as mais bizarras do tipo Bom Samaritano a receber hordas de gente oriundas de lugares onde o maior prazer é fazer guerra civil e matar os conterrâneos por disputa de uma passada ou um pano na cabeça.

Enquanto o Brasil tiver comportamento de nação latrina do mundo e não almejar espaço em meio as grandes nação será repositório da mediocridade, dos coitadinhos, em interpretação muito longe da laica.

No dia em que o mundo deixar de dar espaço para os brigões de turbante e jarrete, eles reagirão aos seus mandatários inconsequentes. Que vejam o Brasil sob a ótica que resolve seus problemas sem guerra e não como receptáculo de gente que vive brigando por nada.

Já temos problemas demais.

Não sabe? KLIKA

Recolham-se e boca fechada

- Vida boa, vida campestre
                    
Mudaram o chefão da Polícia Federal. Outra vez. E, ele vem com ares de Capitão Mor do país. Corrige o judiciário, dá pitaco no governo Temer, lança dúvidas sobre provas e delações. Tornou-se consultor da república. Não é pra menos, o país é bombardeado todos os dias com notícias de prisões de seus  figurões, ex ocupantes de cargos públicos ou semi públicos. Dá dor de barriga...

Já se foi o tempo em que exercer um cargo público era sinal de reconhecimento de liderança e  capacidade de criar gestão para construção da máquina estatal. Hoje é para os corajosos. De repente pode cair na cabeça uma acusação qualquer e fazer parte negativa da construção de um estado policial. Por isso o Chefão Mor da PF se dá de barão da república.

Até parece que essa gente não fez concurso, escolheu trabalhar no lugar, ganham muita grana para fazer um serviço que lhes cabe. Parece fazer favor ao povo ou a nação. E, precisam mostrar serviço para meter o terror a serviço do ponta pé na porta da tranquilidade do povo trabalhar e produzir, de verdade.

Esse país virou uma delegacia, um estado policialesco onde os heróis são os de calibre na cintura e, quiçá, cara escondida para não ser identificado. 

Fico pensando se essa tchurma conseguir autonomia, bravamente defendida por eles, of course: Vão dar tiros na cabeça de suspeitos, dentro do metrô, ou depois de meter o pé na porta na casa de alguém e ficar por isso mesmo. Esse é o sonho dessa gente.

Polícia é auxiliar do judiciário, é o braço investigativo complementar do Ministério Público. Se querem poder, façam concurso para juiz ou promotor de justiça. Enquanto isso, recolham-se no fundo do estado policialesco de farda preta e boca fechada.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Quando chega a velhice

                           
Ninguém quer reconhecer que a velhice chegou. E, isso é porque a velhice é feia. 
Cada sociedade tem o seu parâmetro de beleza mas costuma prevalecer aquela do estado hegemônico. O atual é o USA e suas telas de cinema. Não importa se construídas a bisturis e produtos químicos. Gisele Butchen tem fama e faz sucesso nos USA porque é a figura idealizada da líder de torcida das universidades  de lá e mantém a figura retilínea da adolescência, coisa que sequer sua irmão gêmea consegue.

A velhice não chega de repente. Ela vem devagar como uma nuvem tóxica, comendo sua pele, seu cabelo, seus órgãos internos. E, come pelas beiradas.

Quando uma pessoa possui um bom DNA, retarda  o envelhecimento, a pessoa consegue ser  longeva. Quando tem cuidado com sua saúde e sabe conduzir sua vida o depauperar dos órgão é retardado e a saúde é uma benção.

Quando se é jovem não se tem medo do futuro mas para quem encontrou a velhice o futuro é a morte; quando é a dúvida.

Envelhecer é muito forte para quem precisa da vida porque outros dependem de si. Morrer é alívio para os pessimistas, doentes chegados ao sofrimento, vítimas de excessos e o corpo cobra. Os aventureiros não contam, eles brincam com a morte e são suicidas por natureza.

Falar da velhice é um tabu. Pior do que falar das discriminações sofridas pelos pretos, pelos diferentes, pelos loucos de todos os gêneros. 

E mais, ninguém quer saber... Que se lasquem. Mesmo que sobrevivam a muito espertinho sem noção.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Os tarados de plantão

                                     
Foi aprovada lei para punição de empresa que faz telemarketing sem autorização. Não sei o que quer dizer isso a não ser que é ser autorização para receber em páginas de propaganda.
Se for assim, fica proibido receber por email propagandas, ofertas insistentes de instrumentos imitando órgão genitais masculinos e femininos. Pior, ainda pregando privacidade e segredo? Ora, em sendo natural o uso desses objetos por que ninguém pode ficar sabendo.

Se tem uma coisa que eu tenho pavor é chave. Sim, chave de porta. É porque representa o pior do ser humano. Se todos respeitassem uns aos outros as portas não precisariam ficar trancadas. 
A partir da chave sugiram os documentos, os cartórios, os registros, as burocracias e os custos para defendermos da parte ativa nas maracutaias.

A maioria vergou-se a minoria, tornamos sabujos dessa hora de gente que passa o dia atazanando a vida dos honestos.
Uma penca de chaves, e sempre são muitas, representa a penca de  maldade, do tamanho da tormenta e do desgaste por que passamos com os desonestos.

Não bastasse isso, agora somos obrigados a saber como fazem e vivem na intimidade os que precisam viver no desdobramento sem fim de sua sexualidade?

O portal do UOL tem, em sua primeira página, sempre, artigos pornográficos e convites ao desbunde sexual. Mas eu posso não acessar porque não me interessa. Será que o UOL tem direito de permitir, dar meu endereço eletrônico para emrpresas que vendem artigos para desocupados  enfiados até o intestino na vida sexual?

Tá difícil... Onde está a chave que impede conviver com gente que não se quer, além de nossos lares ?  Como ficar livre da imposição dos moderninhos, dos pra frente, liberais das genitalhas  e fiofós?

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Mea culpa ?

                        
Em meio ao caos político a imprensa  escreve sobre Temer e seus asseclas, tratando como resto o resto do país. Isso porque a mídia hegemônica tem certeza que só existem os estados do SP e do RJ. Além disso, plantam lideranças que lhes interessa sem o mínimo pejo, sem abordar outros desempenhos. A menos que seja, mesmo, mídia regional e eu que estou equivocada.

A Lava Jato só deu certo porque tramita no estado do PR. Estivesse em mãos de juízes paulistas essa cambada de ladrões estaria numa boa, transitando pelo dinheiro guardadas em apartamentos ou em contas no estrangeiro. A mídia não vê nada do que ocorre fora do seu olhar  periférico e para o que acontece alhures.

A mídia  hegemônica tentou plantar,  para presidente da república,a candidatura do prefeito almofadinha da capital paulista e agora quer enfiar guela abaixo um animador de programa de televisão da Globo cujo mérito é ser oportunista. Mostra um ex ator, conhecedor dos meandros da esperteza e sem limites na sua agressividade e ataques a todos e tudo que fogem a sua visão de vida pornográfica , a ponto do cara ser recebido por ministros de estado!
 Tamanha boçalidade leva a vontade de ficar longe dessas páginas regionalistas.
A imprensa livre ou amordaçada, como querem os mineiros, alimentou o político, neto de Tancredo Neves, e quase o fez presidente da república. Mas com o andar da Lava Jato e seus desdobramentos, o brasileiro viu estarrecido que o mineiro amante do Leblon no Rio, não é mais que um pilantra, herdeiro das artimanhas do avô para equilibrar-se em sua carreira política.

A imprensa continua sendo um quarto poder mas precisa fazer mea culpa e deixar de ser instrumento de interesses escusos para tentar eleger energúmenos saídos dela para cargo máximo de mandatário da nação. 

Deem-se o repeito !

domingo, 12 de novembro de 2017

Olha ela...

                                            
             
A pregação nas igrejas pede aos seus seguidores a humildade. Que sejam humildes na vida, nas ações, no recebimento das pancadas.
De onde vem essa tese? Quem a cunhou? O que entende por humildade ou a pessoa ser humilde? Será que é ser pau mandado, cabeça baixa, aceitar a dominação dos poderosos ou mais fortes sem reação?

Nas redes sociais cujos donos  venceram sem possuirem esse tipo de humildade tacanha, existem milhares de mensagens pedindo humildade. Mas todas publicadas por medrosos, ávidos de serem perdoados por seus pecados.

A construção de uma nação de covardes, de cidadãos de baixa estima tem gerado a inanição mental, a aceitação absurda dos desmandos dos poderosos. Talvez esteja introjetado no inconsciente  da massa a mera espectativa e a admiração por bandidos, políticos corruptos porque entendido como pessoas que tiveram a coragem que o bestunto não teve de fraudar a lei e viver as custas dos restantes amorfos.

Humildade não é cabeça baixa nem ter vergonha de reagir a injustiça e ao erro. Não é ser saco de pancada de o mais forte. Humildade é a pessoa aceitar que nasceu com o cognitivo mais bem formado do que outros, ou força mental ou física a maior do que o comum das pessoas e não jactar-se, apoderar-se da vantagem para ganhar espaço e vida na sociedade. Mas distribuir como dádiva. Humildade é saber que os outros  nasceram com menor capacidade que a si próprio e que cada um tem um papel na teia da humanidade e todos pactuados com  o social e com a vida em comum.

O contrário é a arrogância da certeza de ter nascido com um quociente de inteligência superior ou estado de liderança única, desperdiçado ou exarcebado a seu favor.
Daí nascem as discriminações, as segregações, o bullyng, próprios de quem se acha superior aos demais e com a certeza de poder usar a vida a seu favor em espaço infinito. Que se danem os outros!

Vamos parar com essa pregação de humildade distorcida para atender aos reclamos dos poderosos, daqueles que estão na vantagem da palavra e do status e no aproveitar daquele que quer acertar e ser boa pessoa. Respeitar as diferenças e ser generoso com todos é a verdadeira humildade e não abaixar a cabeça quando do tapa na cara.

Por um acaso, alguém pede humildade a um inglês? A um francês? A um estadunidense, jamais...

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Experimento do veneno

- Amoreco. Foi levado pelos técnicos do IBAMA
                                
              
A última notícia é o massacre a Willian Waak depois que ele fez comentário racista  enquanto preparava-se para entrar no ar  no Canal da Globo.

De imediato, tão logo espocou a notícia e o vídeo com a fala racista, a emissora defenestrou o jornalista sem dó e nem piedade. Não bastou nem fez diferença o cara fazer parte do primeiro time e atuar em programas de ponta.
Ele deve estar passando por maus bocados porque, pelo que li, ele tinha toda liberdade para falar o que bem entendesse na Rede Globo. Não tinha papas na língua. Eu não posso afirmar nada porque nunca o vi, não gosto da suas olheiras, da sua empáfia Global. Nada contra ele porque não gosto é da forma como os repórteres daquela emissora jogam a notícia na cara do telespectador. Prefiro a tranquilidade do noticiário, até da Rede Vida mas não tenho nervos para o tipo de dar a notícia, fustigando o cognitivo das pessoas.

Entretanto, não tenho nenhuma pena, nenhum dó de jornalista que morre pelo próprio veneno. É que eles atacam tanta gente, muitas pessoas inocentes sem direito de defesa, na ânsia de dar a notícia. E disso fazem um mal tão grande que um dia o feitiço vira contra o feiticeiro. Já vi muito jornalista destrutivo ter a coragem de escrever ou falar absurdos contra gente pacata e que atreveu-se a ocupar cargo público, ou destacar-se sem ter a personalidade forte para suportar essa gente, sem dó nem piedade a ponto do objeto da notícia adoecer ou morrer, sem um pedido de desculpas ou alguma retratação. Eu sei, eu vi, eu vivi, eu pago o preço até hoje.

- Tô fora, dane-se, aposente-se e dê lugar a alguém com menos ambição de ser perdoável.

Se tem interesse em ver detalhes sobre : KLIKA
#comentarioracistanaglobo

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Repositório não


                                   
                                             - Tô assim...
       
Eu ando as turras, comigo mesma e desconhecido pelo Facebook, por ter feito parte daquela página. Uma coisa me consola, ter conhecido como funciona. Mesmo que minha trajetória tenha sido leve e solta sem ter conhecido aberrações descritas em colunas e por autores. As brigas comigo mesma foi pelo tempo que eu perdi mas reconheço que também aprendi e vi muita novidade para mim. Poderia continuar lá porque tem gente ótima que nem sabe  que fim levei. Exclui minha conta e zap... Sumi. Ou talvez não, ninguém tenha notado.

Eu não estou olhando para trás mas apenas continuando o aprendizado da modernidade e esperando o final. A internet é para facilitar a nossa vida e não se pode alimentar traumas alheios e sequer pensar em ser repositório de vícios, perversões e doenças de pessoas que não tem sequer como locomover-se, nunca leram um livro e não tem como tratar suas síndromes. Todo cuidado é pouco. Eu não tenho vergonha do que estudei e nem aceito agressões dos que não puderam ou o fizeram a mais. Tem espaço para todos e não são obrigados a dividir mas respeitar.

Politicamente, gosto das filigranas aprendidas nas leituras de filosofia pura e só não fiz o curso porque não tinha tempo a perder. Se fosse filha de rico para sustentar minhas divagações de cognitivo, eu teria estudado na faculdade, talvez para ter uma direção ordenada do pensamento e do saber. Se tenho inveja de algo ou pessoas é dessa gente que faz cursos, até no exterior, do que pode e quer.
Aguentar as imbecilidades no Facebook de grupos políticos,  denominados e compulsivos mas que não sabemos quem é o responsável para bloquear a página é exasperador. 


Ver transbrasileiros que, de longe, atacar o país, a nação, a cidadania enquanto limpam privada de gringo, como se todos nós fôssemos responsáveis por suas derrotas pessoais é de dar nos nervos. Nos meus, pelo menos. Pior, de longe a  atacar os brasileiros em tratamento absurdo e, se rebatidos, ainda precisamos passar por crivos e penalizados como se fossemos adolescentes castigados pelos pais.

Se o Face tem problemas com a ralé do mundo, esse não é o meu porque outro o seria para mim e do qual não abro mão. Os donos do FB estão certos mas eu também. Com uma diferença, eu não ganho nada com isso, quiçá minha sanidade mental limpa e equilibrada.

Se quem passa por aqui tem página no Facebook e quer aprender um pouco como funciona a coisa KLIKA

terça-feira, 7 de novembro de 2017

O veneno dos deuses

- A vingança não poupa ninguém
                                      
A vingança é um dos sentimentos mais baixos da espécie humana. Se contrariados, fôssemos vingar de todos os responsáveis não haveria vida sobre a Terra.

Entretanto, o que mais tem nas diversas manifestações  da arte cinematográfica são histórias cujo tema é a vingança. Interessante é a participação de atores  moralistas, dados a dar aula de moral e posar de grandes do politicamente correto. Não se tocam?

Na formação do profissional das artes, deveria constar matéria com análise profunda, filosófica sobre a importância da influência da mensagem de um desempenho artístico na vida cotidiana de muita gente e na sociedade em geral. A força do cinema, da televisão, quando grande parte das gentes passa seu tempo como única diversão à frente do aparelho transmissor, recebendo estímulos e mais estímulos, pode ser considerado como fonte importante na influência do cognitivo.  Por consequência, a responsabilidade no resultado deveria ser levada em conta pelos autores de textos que resultam em entrar e sair de tantos lugares. A pouca capacidade de muios em separar a realidade da fantasia, de encontrar os limites entre o desempenho do personagem e o ator mostra como deve ser cuidadosa a mensagem de um texto e de um trabalho do ator.

Tem um ator, Gary Sinise  que eu não suporto ver  cara e não vejo filmes dele nem amarrada, só porque ele desempenhou de maneira soberba um personagem em um filme, O preço de um resgate   com Mel Gibson. Eu já esforcei-me , de verdade, mas não consigo. E ele é protagonista de um seriado na televisão. Esse é um exemplo de como somos permeáveis a sugestões e nossos cérebros não são domináveis como pensamos ser. 

Então, esses crimes que estão aparecendo em profusão no Brasil e pelo mundo, cujo mote é a vingança ante a frustração de ser contrariado, de ser vencido nos anseios e vontades pode ter estímulo em filmes e notícias sobre vingança. Quando o cognitivo é limitado nada segura . Pois não existe a frase em filmes e novelas:  Vou acabar com você!

- A vingança é o prato dos deuses ...


terça-feira, 31 de outubro de 2017

É gorpi ...

                                   - Sempre entendendo tudo ...

Uma das características das republiquetas sulamericanas é oposição dando a vida para tumultuar o governo do momento. Daí, impedem a estabilidade e o resultado é um poder público sem lastro, desbaratado e abandonado por os melhores nacionais.
Quem atreve-se a enfrentar tanta gente omissa, apátrida e que olha apenas para seus interesses calcados em egos imensos?

Eis que o EUA, que sempre resguardou as brigas políticas, respeitado o resultado das eleições, começa a trilhar a mesma estrada, desgastada dos países da América Latina.

Sabemos que ex presidentes do USA deram pano pra manga com comportamentos na política de fazer corar o capeta. Embora não fossem corruptos, na expressão usada no Brasil, jogaram pelos interesses escondidos ou inconfessáveis da indústria armamentista ou petrolífera. Mas sempre mantiveram a estabilidade política e preservaram a imagem da nação.

Não sei porque mas as forças ocultas que roem as estruturas da estabilidade política, rondam os alicerces da nação em busca de teorias da conspiração e derrubada de eleitos no entrechoque de interesses. A decadência de Roma começou assim e o desenvolvimento da América Latina tem sua trave na mesma origem.

Se por aqui não está fácil, o mesmo acontece nas entrelinhas daquela nação. Mal comparando, é claro. Que abram os olhos, podem ser os mesmos com batuta disfarçada.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Os diferentes

                                         
O que faz uma pessoa remexer as lamas da sua vida e denunciar um fato acontecido há mais de trinta anos ?
Que rancor e necessidade de vingança tem estes estadunidenses indo a jornais para desancar o que devia estar sepultado ? Não conseguem enterrar os mortos... Deve ser por isso que por lá uma pessoa morre e fica até um ano para ser enterrado.  No Brasil morreu, enterra logo. É gostar muito de cadáver insepulto.
Quarenta anos depois? Só pode ser coisa de maluco !

Uma pessoa passar a vida olhando para trás, remoendo ódio e mágoa? Olha o câncer aí, gente...

Devemos focar no futuro, o que passou passou. Se não denunciou na época é horroroso o fazer tardiamente, décadas depois.

Gente infeliz!

Clint Hill, guarda-costas de Jacqueline Kennedy, disse em uma entrevista que nunca viu Marilyn Monroe com John Kennedy e que estava na Casa Branca o tempo todo. Fofocas e nada mais.
Vão gostar de fofoca sexual , esses povo dos USA. Caramba!

Quer ler? KLIKA


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Preenchendo lacunas

- Família de Delmira Medeiros e  Clodomir Comaru , interior do Brasil, anos 50
                                        
Só profissional da escrita consegue escrever sobre o que se passa na política nacional, é muita bandalha. 

Eu sinto falta de alguém que tenha uma ideia própria sobre os acontecimentos, conheça história do Brasil sem focar em ideologias distorcidas e adaptadas ao nosso cotidiano. Porque procurar soluções para uma sociedade peculiar como a nossa, copiando o que se passa em lugares engessados nas regras definidas é desconhecer que o Brasil engatinha em sua formação como estado.
E, isso se dá porque a república foi feita de interrupções, do autoritarismo, do imediatismo e da turma que se acha superior ao povo, até mesmo em uma democracia onde os representantes são eleitos a poder de dinheiro e não de prestígio ou saber.

O povo brasileiro não aceita radicalismos, arrogâncias dos sabichões porque é inculto, tem origem nas massas simplórias que aqui chegaram.  Uma nata não pode prevalecer porque acaba se dando de superior, abocanha a riqueza nacional e junta-se em guetos com olhares torcidos para os demais. 

Uma pessoa que possui um cérebro melhor e consegue destacar-se, deveria ter compromisso na condução do desenvolvimento de uma nação. Ao terminar o seu preparo, fazer valer sua inteligência e impor a seu redor sua força e capacidade. Não necessariamente ser político ou funcionário público graduado.
Mas muitos brasileiros são apátridas de origem e quando tem oportunidade em sua formação intelectual, estuda no Brasil, tira o que pode, bandei-se para outro lugar à altura de seus desejos. Não difere em nada dos colonizadores que vieram, não plantaram um pé de feijão, tiraram tudo, no seu sonho de voltar rico para o lugar de origem.

Portanto, os acontecimentos políticos não são de ocasião mas a peneira da história, o preenchimento de lacunas importantes. Certamente haverão avanços na formação do estado, expurgo dos apátridas, os #transbrasileiros. E, tanto  mais lenta quando o povo é  inculto e com dificuldade de interpretar um texto, ainda mais da vida.

Calma, que o Brasil é nosso !

Nota: Eu coloquei a foto acima, da família de uma conhecida  do Facebook, pedi autorização quando ela publicou, porque é como muitas outras, em  fotos de época, inclusive lá de casa.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O desertor

                               


Quando um soldado abandona a luta em plena guerra ele é considerado desertor, um covarde. Se for em campo raso ele é condenado a morte.
Em um país como o Brasil, que se orgulha de não ter guerra para estar presente, fico pensando,  cá com os meus botões, o que aconteceria com brasileiros da estirpe de um cara como o senador Ricardo Ferraço. 
Os senadores da república, representantes do ES, são Rose de Freitas, mineira típica, Magno Malta, baiano legítimo e assim tem sua atuação e Ricardo Ferraço, de Cachoeiro do Itapemirim e capixaba típico à medula.

O capixaba não envolve-se em nada, tudo deixa prá lá. Não viu, não vê e tem raiva de quem viu. Tudo na maciota. Já foi o tempo em que reagia e mandava algum pistoleiro matar um desafeto. Hoje, nem isso. Se puxar conversa atoa e sem resultado de retorno, esquece porque faz cara de nojo e vira as costas. Não é figura de retórica, vira as costas e deixa o interlocutor falando sozinho. Não se interessam por nada, nada.

Pois bem, o senhor ilustríssimo senador da república pelo ES, Ricardo Ferraço, noticia aos quatro cantos que a partir de primeiro de novembro de 2017, vai tirar  licença não remunerada do Senado. Por cento e vinte ( 120 ) dias. O motivo é que o Senado é terra arrasada, terreno minado e ele não vai fazer parte dos acontecimentos. Abandona a batalha em campo raso.
O presidente do PSDB, seu partido, Tasso Jereissati, suplicou para que ele não se afastasse porque sua presença é fundamental nos debates e votações de vários temas importantes para o partido, para o Senado e para o país mas ele riu e deu de ombros. Fez o que fazem, virou as costas e deixou Tasso, falando sozinho.

O interesse escondido é que ele vai candidatar-se a reeleição em 2018 e não quer envolver-se com a batalha travada na política nacional. Disse que não vai ficar em casa sem fazer nada mas fará visitas a escolas, hospitais e amigos empresários. Se precisar tira mais tempo de licença mas não quer seu nome envolvido com nada do que se passa no lamaçal da casa para qual foi eleito.

É um desertor, é um covarde e merece todo o repúdio como tal. Age como típico representante de um povo que não envolve-se em nada, não quer saber e não empresta seu nome para nenhuma luta para o desenvolvimento do país. Um inútil e não sei quem vota nessa pessoa sem brilho, sem postura, sem presença, sem coragem.

C O V A R D E ! 
D E S E R T O R !

Que seus eleitores o matem nas eleições, não o elegendo novamente.
Não acredita? Então KLIKA