quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Buraco Negro e o fanfarrão

A humanidade tem avidez por saber, compreender como funciona ou como é o espaço sideral. Olhar para o céu e tecer teorias foi espanto para muitos e sempre. Depois, as hipóteses tornam-se certezas e matérias para ensino à sério. Os índios tem suas interpretações e as contavam e contam em rodas, sob a luz da Lua. Os maias, astecas e incas criaram mortes às centenas para agradar astros e céus cobertos ou na falta de  nuvens. Os aborígenes da Austrália tocam seus instrumentos musicais ao pé da fogueira para acalmar os astros.

Mas, dentre todas, a teoria mais estapafúrdia é a do Buraco Negro. Quanto mais complicada a explicação menos é contestada. Até que, o seu autor, um fanfarrão, a desmentiu. Só podia ser inglês!

Leia e morra de rir, se você foi obrigado a  decorar mesmo incrédulo... Descubra que não é topeira ambulante : KLIKA

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Dinheiro à rodo: - Cortina de fumaça



                                   
                
Tem um time de futebol na Espanha que faz qualquer coisa para ser campeão. Alicia jogadores , paga milhões para conseguir reserva de venda futura, corrompe, explora, vicia, compra títulos, destrói nacionalidades. Tudo com milhões, mundo afora. Tem olheiros sem escrúpulos a bandear jogadores em tenra idade, afastados da família a perder o liame com sua pátria, geralmente pobres e desvalidos.

Enquanto o país sossobra com a taxa de desemprego maior do mundo, sem produção industrial significativa, ninguém sabe de onde vem tantos euros. O comércio é de gente, de atletas, trabalhados desde meninos para correr atrás da bola, em jogadas tip-top, repetidas à exaustão, usados para encher as burras dos trabalhadores do futebol , em todos os nichos, em todo o mundo. Manejam, com a burra cheia, os atuais ursinhos amestrados da Terra, dispersaram o verdadeiros objetivos do esporte e criaram monstros muitas vezes viciados em drogas e farras. Distraem a massa absurda, da realidade diária, que ulula nos estádios da Espanha, a degladiar, realmente, com o mesmo time, em eterno dueto. 

Do Brasil, tem contrato com agentes ávidos  por dinheiro,  a peso de ouro para comprar pobres e pobres de espírito. Pais e filhos vidrados nas cifras e não sabem o que fazer delas. Amealhar, juntar, vender-se. Depois, duvidam que os campeonatos ganhos não tem carta marcada com timbre amarelo e rubro do qual só escapam os times da Alemanha.

Educação desfocada

                                         
Uma passarela perpassava sobre via de alto trânsito, denominada Via Amarela, no Rio de Janeiro/RJ. Pela via, a altura máxima dos automóveis era de quatro metros e meio. Entretanto, um caminhão, com a caçamba levantada, em alta velocidade, para cortar caminho pois o motorista estava atrasado, atreveu-se a passar sob ela. Resultado, derrubou a passarela, pesando toneladas, encaixada nas bordas, conforme as regras da engenharia. Quatro mortes  e alguns feridos.Transtornos de toda ordem para a metrópole.


Não é o primeiro sinistro nem são as únicas mortes. Outros fatos semelhantes já acontecerem e vão continuar a acontecer. Não é isso que me chama a atenção. O que me chama a atenção são os discursos dos jornalistas, repórteres e que tais  a transmitirem  e comentarem o desastre.

Impressiona-me o discurso decorado e único, fora do verdadeiro foco quando consideram o responsável pelo evento a autoridade que deveria  fazer a fiscalização da via. Essa gente, robotizada por alguém que lhes castrou a mente, queimou o tutano do resultado final, tem a extensão da autoridade paternal a direcionar todas as vidas.  Mesmo que o cidadão seja alfabetizado, possua documento para exercer sua função  e, óbvio, seja maior de idade. Em vez de focar a exigência da punição para quem de direito, de dever que é o motorista infrator, desvia o foco para a fiscalização, como se fosse possível colocar um agente debaixo de cada passarela e  seguir infratores dessa natureza.

Esse tipo de gente, ( Subservientes aprovados pelo sistema) lembra-me do meu tempo de estudante, quando eu me atrevia a discordar do discurso oficial e levava nota baixa. Também, consigo entender o transeunte que joga lixo na rua porque não tem ninguém olhando.Para não falar dos criminosos, ladrões e assassinos que fazem seus crimes na certeza da impunidade. Para esses equivocados, a responsabilidade da cidadania, com o cumprimento das normas para fazer a convivência mais civilizada, não está neles mas em quem não os fiscaliza e os obriga a cumprir. Quem está ensinando esse povo?!

Quem dera ! KILKA

Senão leia: AQUI


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Crimes nos transatlânticos

                             
- Todo cuidado é pouco...

Para quem gosta de viajar em cruzeiros marítimos, saiba que são vespeiros cheios de perigos. Um debate no Senado Federal tratou de crimes de toda ordem cometidos no  interior desses navios. Além dos crimes trabalhistas, com trabalho semelhante ao escravo, o tráfico de drogas, abuso sexual e tráfico de pessoas são cometidos. A oferta e realidade nos trabalhos assemelham-se ao ofertado  a modelos, quando não correspondem em nada ao ofertado e transforma-se em tráfico de pessoas.

Quando algum empregado reclama do tratamento é abandonado no primeiro  porto.Os relatos são diversos porque não existem leis que regule o trânsito dessas jamantas em águas fora dos limites nacionais mas que possam proteger direitos de brasileiros. Sequer pedem licença  para atracar como fazem os navios cargueiros  porque pessoas  não são consideradas  cargas.

Pessoas caem dos navios não sendo devidamente apurado. Outras, tem drogas encontradas em seus camarotes ou bagagens sem que se apure, verdadeiramente, levando o empregado ou passageiros para a masmorra, sem formação de culpa correta, inclusive no exterior.

Recentemente, os EUA criaram a primeira lei regulamentando esse filão para proteger seus nacionais. O debate no Senado Federal tem este viés.

Eu vejo muitas iniciativas da comissão que trata das questões trabalhistas, cujo presidente é o senador Paulo Paim, mas não consigo acompanhar os resultados finais.

Quer ver mais? KLIKA

As arapucas da net

                                     
- A internet, em concreto, é isso aí

Enquanto o seu blog é pouco acessado não aparece ninguém para levar vantagem. Na medida em que o blogueiro consegue leitores, inicia a corrente , aproveitando-se da mesma trilha, para corromper a net, em sua página.

Ninguém quer saber o que você pensa. Com  raras exceções. Comentar textos já foi deleite, troca de ideias, complemento da visita. Mostrar que passou por aqui não é mais necessário, eis que o rastro fica no design das estatísticas.

O cuidado  , agora, é outro: Não cair nas arapucas da net.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A Patolândia e os bandidos da internet

                                       
-Tem animal com mais tutano que muita gente

A internet é território livre para todo o mundo. Engano pensar que  podem controlar seu uso. Vagabundo tem no mundo todo, embora certos tipos de macaquitos nacionais tenham certeza que o crime acontece somente aqui.
Existe uma ferramenta digital chamada  widget. É usada para inserir propaganda , usando como veículo outras propagandas ou outras páginas, ou gadgets  quando acessadas. 

Aqui nesta página, quando a acesso , aparece uma outra, superposta, simulando a necessidade de fazer login para  o design. Quando clicado  é infestado pelo widget de diversas numerações do linkwithin, disposto na página, através da configuração inserida por mim. Ele, aparentemente, sugere outras páginas de acesso mas, na verdade, carrega dispositivo que trava o blog. Carrega profusa propaganda. Seus usuários  ( Nós) acham que é benéfico porque , em primeiro plano, remete a outras publicações mais antigas do blog. Mas, de forma insuportável, fazem do instrumento de divulgação de seus negócios, equipamento de tortura digital.

Infelizmente, a sugestão, de pronto,  é boa mas tive que retirar, na tentativa de solucionar o problema. Estes componentes da internet, cansam a paciência. Queimei as pestanas mas achei a resposta.

Remeter a textos antigos é uma boa ideia. Mas fazer do blogueiro um pato é confirmar a teoria do meu professor de Direito Penal, o saudoso , genial e considerado um dos mil homens do Século XX pela Universidade de Cambridge , Lídio Bandeira de Melo: Os habitantes da patolândia são em número incontável.

Senão, veja AQUI. É importante conhecer tudo sobre a net.

domingo, 26 de janeiro de 2014

A história conta o que interessa

- Meu ideal de comportamento pessoal é o cão negro. Um dia, chego lá!
A verdade sempre aparece.
O sistema alimentou a versão oficial pois o mundo precisa de  heróis.
Até quando a ingratidão vale o preço?
Não sabe? Pois devia: KLIKA

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Confusão com o alarme

                                 
- Olha o tamanho, visto no meu quintal !

Não, vocês nunca viram ou ouviram algo igual. 
O alarme da  casa, lá da esquina, perto da praia, disparou às onze horas. As cigarras, que só liberam seu zumbido à tardinha, identificaram como se fosse um macho cantador e liberaram total seus cantos. Não são zium baixos e mixurucas mas de cigarras maiores que um polegar adulto. Infernal. O alarme toca e elas fazem competição. Dezenas delas. 

Agora é esperar os sabiás!
- Para que falei mal deles!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Um gambá cheira o outro ...

                                

Parece sintomático que os bandidos sejam os únicos a abalar o clã Sarney.

Será que conseguirão mudanças no Maranhão?
Observando os edifícios, inclusive o de Pedrinhas, são: Por fora, bela viola; por dentro, pão bolorento.

Acompanhemos: KLIKA

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Petrobrás e a adesão à ditadura petralha

                                     

Com o Pré-sal, o  Brasil cresce na área do petróleo. Necessita formar novos trabalhadores especializados. Para tal, o governo promove cursos, pagos pelos alunos  a preço alto. Completado o curso, é  necessário fazer provas de habilitação.

Essas provas são aplicadas  em seis etapas.Vencida uma etapa, vem a próxima, escritas e práticas. Quem está credenciado para habilitar o trabalhador, aprovado nas etapas,  é a ABENDI. O examinador ou examinadores são indicados pela Petrobrás.

A última etapa, prova prática em inspeção visual subaquática, modalidade ensaio não destrutivo existe apenas um aplicador, senhor Humberto. Ele  aplica a prova, corrige, aprova ou desaprova o candidato.No caso de recurso, somente ele recebe, aceita  ou não, julga o recurso e lança sua decisão. Não se tem notícia de nenhum reforma da  sua própria decisão anterior. Não se conhece seus critérios, os erros apontados, não há acesso às provas feitas e nem o recurso. A duração da última prova citada, é de quatro horas e meia, debaixo d'água e cinco horas  fora da água. É aplicada na base da Petrobrás em Angra dos Reis/RJ. Caso o pretendente não complete a prova, o senhor Humberto rasga a prova do candidato,  no momento do  recebimento e na frente da pessoa. Todas as etapas são pagas e não é pouco.Cada etapa é aplicada um vez por ano, sob a coordenação da ABENDI.

Os candidatos à aprovação, são profissionais, muitos na ativa, homens feitos, em busca da habilitação em área promissora e em atendimento aos reclamos petralhas, atuais donos do poder em sua porta voz, a presidenta da república.

Ser aprovado ou não nas provas de habilitação, ter conhecimento dos critérios da aplicação e da correção são direitos fundamentais de cada inscrito. Não só porque paga a peso de ouro como precisa saber onde errou para a próxima prova. No entanto, a ABENDI e a Petrobrás, não dão retorno a seus inscritos e acoberta atitude nazista do senhor Humberto. Este como SOBERANO , autoritário sem concorrente algum, encastela-se na sua arrogância e faz, como consequência de qualquer reação, motivo para o profissional calar-se ou mudar de profissão. Ainda, rasgar uma prova na cara do concursante é injúria grave, precisando, urgente, da intervenção da Petrobrás, nomeação de outros aplicadores, com junta para analisar os recursos.

Não se pode aceitar, em nenhuma hipótese, na etapa desenvolvimentista do Brasil , país continental, que apenas um indivíduo se arvore em julgador único e soberano dos destinos pessoais e profissionais de brasileiros ávidos em participar da arrancada petrolífera da nação. Muito menos, seja único responsável por decisões que podem levar o país à necessidade de contratar estrangeiros para os cargos aos quais brasileiros buscam atuar. A lei específica exige que brasileiros ocupem cargos mas dá abertura para contratação de estrangeiros se não houverem nacionais.

É preciso investigar seriamente todo o processo de habilitação profissional para a área do petróleo . No mínimo chamar a atenção da população para o que acontece nos meandros pouco conhecidos, acontecidos  em área tão importante. Tratar brasileiros de forma autoritária, seja pelo examinador, seja pela estatal ou pelo órgão de classe é abominável e próprio da ditadura que, pouco a pouco, é instalada no Brasil.

Talvez, estudar outros critérios de habilitação em todo o processo pois já fiz outro texto sobre outra prova na mesma área onde são  vislumbrados erros essenciais.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Caixa: honra seja feita

                                       

Nos comentários do texto, sobre o erro no meu cartão da CAIXA, do dia 11, Maria Eugênia relata sua odisséia com o seu banco. Sugere que eu faça o mesmo que ela: Reclame para quem de direito.

Depois de exercer uma profissão, por muitos anos, que nada mais é do que reclamar de tudo o que está, supostamente, errado, a voz e a postura ficam firmes demais- de quem sabe reivindicar direitos- eu cansei. Cansei dos bestuntos que , para virar a mesa, insinuam que está sendo grosseira, ou autoritária demais. Cansei da incapacidade real ou dissimulada de não entender o português, dividindo o idioma em erudito e  rasteiro. Cansei dos microcéfalos que se arvoram em querer ensinar padre nosso a seu vigário. Cansei dos pseudos subservientes prontos para pular na sua jugular.

Sou do tempo da ditadura, do Esquadrão da Morte, do judiciário onde despachávamos direto com o juiz. Sou do tempo em que uma advogada jovem precisava ser dura para ser  atendida sem subterfúgios. Quando vim para o ES, como consequência de um casamento com um capixaba, fui uma das três primeiras mulheres a advogar no Forum. Não haviam mil e quinhentos advogados em todo o estado. Mulher não podia fazer concurso para juiz, promotor, polícia civil ou militar.Sequer entrar de calça comprida no Forum. Se uma moça , trabalhando em uma instituição bancária, ficava noiva era despedida sumariamente. Se ficava grávida o patrão dispensava seu trabalho. Mulher casada, advogando, só podia ser por diversão; devia estar em casa cuidando dos filhos. 

Tudo isso, tornou-me pessoa a falar mais alto que os outros e ter dicção clara. Tudo para não ter que repetir e defesa para o disse-me-disse. Só recentemente retomei a fala mais lenta e mais baixa. 
                                   

Por isso tudo, evito reivindicar qualquer coisa. Hoje, prefiro virar as costas. Mas, de repente, pode voltar minha gana e eu ser muito dura.

Então, não briguei na CAIXA quando levantaram meu cartão e procurei aguardar. Mas, incitada por Maria Eugênia, mandei email para o Banco Central. Espantei-me com o número altíssimo de acessos, aqui, aos textos sobre o fato. 

Fiz o texto no Fale Conosco do Banco Central dia 12 e, hoje, dia 14 às treze horas, o carteiro trouxe o meu cartão.

Rapaz! Que rapidez! Inacreditável !


Bola de Ouro, honorária/ FIFA 2013

                         
        
Quero fazer parte dos que aplaudem , de pé, o Rei do Futebol,  o maior jogador de futebol de todos os tempos: Pelé.

O futebol não seria o mesmo sem Pelé. Regras foram mudadas, campeonatos modificados para adequarem-se ao futebol que ele mostrava no Brasil , para quando ele apresentava-se junto aos pernas de pau europeus.  Além disso, jamais  seguiu idéias alheias, comportando-se como um homem digno que não aceita condução de sua vida. Pessoas estranhas, distantes dele e de sua vida, que se dão de oráculo e vestais da  mediocridade, atrevem-se a dar pitaco nas atitudes pessoais, para um homem do mundo que nunca vergou-se a nada nem ninguém. 
Em uma entrevista , Paulo César Caju, jogador carioca metido a francês, campeão da Copa de 70, no México, fez um relato interessante sobre Pelé. Disse que Rivelino, Gerson, Fontana, Jairzinho reclamavam de tudo, da comida, do alojamento, do treinamento , que todos chamavam Pelé de Rei mas que ele nunca reclamou de absolutamente nada.

Recebido com loas, desde os dezessete anos, por mandatários primários e secundários do mundo todo, seu nome é passaporte para abrir sorrisos e delicadezas em todo lugar. Leonardo, ex jogador, fluminense travestido de europeu, campeão na Copa de 94, nos EUA, contou que em uma folga, um grupo de jogadores alugou um carro para fazer uma viagem sem rumo e caíram em uma cidade pequena, sem saber sair. Ao abordarem habitantes para obter informações em inglês canhestro, não conseguiam fazer-se entender. Um deles teve  ideia de falar Pelé, futebol, king e foram imediatamente conduzidos, por mais de um automóvel, para a saída da cidade.

Ser aclamado de pé , ter reconhecido o seu papel em profissão tão difícil e concorrida deve ser a maior emoção que um profissional pode ter.

Parabéns Pelé.Tive a sorte de vê-lo jogar, ser caçado em campo e ser sempre digno como grande brasileiro que é.

Para registro: Klika 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Polegares elétricos: A ditadura dos incultos

                                                         
- A eterna  busca pela cultura 
Já se foi o tempo em que frequentar blogs, comentar em textos era divertido e trazia a sensação do debate. Pouco a pouco, surgiram hordas de microcéfalos, catando milho com polegares, infestando a internet com  palavras de baixo calão e  pensamentos canhestros, senão imorais.

Como a massa não consegue ler nem gibi, os autores dos textos da internet deveriam escrever sem tantos erros primários de português. Não é necessário textos eruditos mas respeitar o mínimo das regras da língua pátria. Os que se davam o trabalho de corrigir absurdos, já não o fazem mais. E a tranqueira corre solta. Eu também cometo erros, especialmente de concordância verbal mas não sou profissional , não recebo salário e nem me projeto como formador de opinião. Estes sim, precisam ser mais cuidadosos.

Quanto os comentários dos textos, as prioridades são dadas aos que concordam com o texto e o destaque para tantos homens com graves problemas de misoginia e distúrbios sexuais, denigrem qualquer mulher ou pessoas que lhe são diferentes. Quando não, ilustração com figuras semi nuas como se algumas páginas fosse um bordel em exposição.

Nas páginas das vestais do futebol, aqueles comentaristas que clamam por honestidade no futebol, os comentários desabonadores orquestrados contra as mulheres  e as figuras laterais desmentem o discurso e sepultam os verdadeiros interesses.

Se ver televisão já é um exercício cerebral, contínuo, de seleção automática de mensagens subliminares , a internet  também o é. E, se alguém quer melhorar o nivel é atacada como pessoa que discrimina os incultos com acesso à internet.

domingo, 12 de janeiro de 2014

CAIXA, o tamborete

- Uma luz no fim do tunel
Em texto do dia onze de janeiro, relato minha odisseia junto à CAIXA, com boqueio do meu cartão . De repente, entre uma compra e outra, meu cartão deixa de responder. O atendimento no banco é uma vergonha e um prazo absurdo de  vinte e cinco dias para entrega do novo cartão, no balcão medíocre do tamborete oficial. Pode ser uma forma de controle das minhas parcas contas?

Agora, vem a notícia que a CAIXA confiscou contas de poupança, supostamente, inativas. Não levam em conta que um correntista de contas de poupança pode deixar o dinheiro parado, rendendo. Pior, escarfuncham suas contas para bisbilhotar o que um cliente faz com o seu dinheiro. Eu posso ter uma conta em banco, poupança ou não, para deixar meu dinheiro parado e não há  nada contra isso. Querem controlar a vida financeira, privada e sem lastro de crime, dos correntistas.

O diretor do tamborete desmente tudo. É que essa gente petralha tem a convicção do controle do cidadão para manter-se no poder. Para eles é visceral. Desde que chegaram ao poder tentam, de várias formas, manter o controle da vida  do brasileiro. Enquanto fazem propaganda feérica de seus feitos, enquanto implantam a ditadura do proletariado, promovem, inclusive através da mídia, o desenvolvimento do complexo de viralatas dos macaquitos ignorantes. É importante manter a crista baixa do cidadão, certo de que o Brasil é o pior lugar para qualquer pessoa  pouco estúpida viver. Promovem a saída dos insatisfeitos para trazer hordas de manietados de países falidos na reposição dos perdidos, recém chegados.

A verdade está escondida do cidadão. Ninguém sabe de nada. Não existe oposição para fazer o seu papel. Espernear não é papel político de oposição real. Todos estão contentes em poder entrar no Facebook e escrever textos inomináveis contra si mesmos, os brasileiros. Eventualmente, convocarem saidinha na rua para quebrar tudo.
Confira: KLIKA

sábado, 11 de janeiro de 2014

Os pobres sepultamentos

                                 
Bela e criativa sugestão de decoração

Ante tantas mortes de artistas e que  tais, assim como aquelas que ilustram notícias sobre morte violenta com sepultamentos transmitidos na mídia quero fazer uma observação meio macabra.

Não é de hoje que venho notando que os caixões no Brasil são muito pobres. Dos que pude participar, asseguro que não foi possível escolher um melhorzinho. Até hoje, considero uma ofensa como um ou outro conhecido enterrado naquela urna pobre, mal feita, com madeira própria para ser usada na  construção civil.

Assim, começo a considerar seriamente que o caixão usado serve para medir a condição econômica de um povo. Os ricos , também tem caixão pobre. A diferença é no rebusque, nos enfeites exagerados e não na qualidade.

Eu vi uma reportagem em um país da América Central, onde especialistas fazem caixões esculpidos com figuras e pinturas de acordo com o morto. Madeira boa, até algumas perfumadas, pintados com tintas boas, com cores vivas. Foi a primeira vez que minha atenção despertou para pobreza oferecida para os nossos mortos.

Relutei em fazer esse texto porque não quero ser mais um a falar mal das coisas do Brasil. Mas,    é um ponto que poderia ser estudado pela indústria. Se o povo está melhorando de condição social, está na hora de melhorar os caixões, torná-los menos miseráveis. Estes modelos que estão aí, seguramente são de quarenta anos atrás. Um bom nicho para quem tem condições de furar o bloqueio dessa indústria.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

CAIXA, a bagunça

Eu me preocupo seriamente com a condição da Caixa Econômica Federal. Pelo menos por aqui, cidade de cem mil habitantes, onde a sede do banco é no centro, perto de tudo. Uma multidão em inúmeras filas e  funcionários fazendo das tripas coração para atender.
Os frequentadores são, na maioria absoluta, pessoas da classe abandonada da nação. Nunca vejo gente graúda. Portanto, somente os acostumados à esperar e serem tratados como gado. Para não ofender, digo que são  mansos demais. Fico sem graça de criar caso com os absurdos que me acontecem , como cliente que sou. Haverei de destoar dos cabisbaixos e silentes de olhar parado. Com raras exceções.

Um exemplo é o meu cartão de débito. Uma tarde, passei nas Lojas Americanas e comprei barras de chocolate. Depois, caminhando para casa, no quarteirão da frente, talvez duzentos metros, passei pelo Supermercado Santo Antônio. O cartão funcionou nas LA e pifou no Santo Antônio. Sem que nem praque.

Voltei à LA para testar, mal podendo acreditar em mais um fiasco da Caixa. O cartão dava defeito. Quase tive um troço. No dia seguinte, fui à Caixa, enfrentei uma senha com dez pessoas na minha frente. Fui informada que deveria pagar uma taxa pelo cartão novo. Reagi, dizendo que não pagaria nem um centavo por algo que eu não havia dado causa. Que iria apurar o que havia acontecido e  nas duas lojas. Se houve arranhadura era preciso verificar a máquina causadora. O funcionário da Caixa pediu para que  eu não levasse adiante minha ideia e que não lançaria taxa pelo cartão novo. Tudo no fim de ano, às vésperas da gastança. E, se eu estivesse viajando? Vinte e cinco dias para eu ir ao banco e pegar o novo cartão. Reclamar no PROCON, lá onde Judas perdeu as botas?

A diferença de banco é gritante. Hoje, recebi, com um mes de antecedência, em casa, o cartão débito/crédito do BANESTES        ( Banco do Estado do Espírito Santo) sem sequer ter pedido porque vencerá mes que vem. 

A bagunça da Caixa são essas visíveis ou o povo há de pagar por alguma nódoa invisível ?

Posando para a foto

                               
                            
Já viram calango, fazendo pose para foto?
Esse é o verdadeiro Brasil. Não o defecado pela mídia asquerosa, orquestrando generalização  por quem o quer dominar, chutando o brasileiro como se fosse cachorro morto.Ou é macaco morto?