sexta-feira, 19 de maio de 2017

Variando o variável

                                       
Principalmente para quem não é brasileiro e vem aqui, talvez a procura de alguma coisa típica do país, quero mostrar a música gaúcha, do sul. Para o brasileiro, um presente do que é um pedaço do Brasil.

É comum a música da região hegemônica do Brasil que detém os meios de comunicação em massa, mostrar sempre os mesmos compositores e os mesmos tipos de música. Parece que um país tão grande só tem samba , funk e axé.

Eu tenho uma amiga gaúcha, Sônia. Moramos na mesma época em Vitória/ES, fizemos participação popular no mesmo grupo. De sotaque forte assim como seu caráter, hoje ela mora em Juiz de Fora/MG e eu em Guarapari/ES. Há muito não a vejo. Ela ouvia música gaúcha diariamente com uma coleção de discos muito boa.
Quando morei em Belo Horizonte, seu filho  do meio, Zé Ricardo, morou comigo enquanto estudava engenharia. 
Um dia, eu o fiz sentar-se na sala, coloquei um disco do Elvis e perguntei se ele sabia quem estava cantando. Ele ouviu atento e disse que não sabia. Perguntei sua opinião e ele pensou e ouviu mais uma faixa do disco e disse booom, muito boooom, booom mesmo! Quem é?
Quando eu respondi que era Elvis Presley ele admirou-se: - Então este é Elvis? Gostei, gostei mesmo. Por isso tem tantos fãs. 


Na Copa do Mundo de Futebol na Alemanha, um cantor gaúcho típico, de sucesso, fez uma apresentação em praça pública na cidade sede da Copa usando suas  roupas típicas e instrumentos característicos.  Imediatamente foi rodeado por uma multidão. Ao explicar que eram brasileiros e aquela também era  música brasileira foi um espanto geral. Profissional de ponta no Brasil, não foi difícil aceitar inúmeros shows e apresentações nos canais de televisão com todo o sucesso previsível.

Então, para quem não conhece, a música típica gaúcha e a vestimenta e costumes uma pitada para quem passa por aqui.

Mais um pouco? 






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