terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Diferença sutil

Noticiam que  o homem mais rico do Brasil é um produtor e vendedor de cerveja. Ele concentra todas as grandes marcas que vendem cerveja no Brasil. E, tem lei proibindo que isso aconteça. Mas, pelo jeito o homem  corre à margem da lei.

Eu tenho a convicção absoluta que a maconha, a cocaína não tem regulação oficial porque faria a Colômbia ser o país mais rico do mundo. Com certeza muitos propriedades rurais deixariam de plantar soja ou milho para plantar maconha. Eu mesma faria no meu quintal uma plantação, sem produtos tóxicos e tratada com adubo natural. 
Uma amiga disse que não plantaria no seu quintal porque os usuários pulariam o muro  para roubar a planta. Mas eu plantaria no meu jardim de inverno.

Sou a favor da regulação. Sei de todos os argumentos. E sei que uma pessoa que quer consumir álcool ou drogas não existem barreiras. O sistema não protege ou defende as pessoas mas o sistema econômico, a produção de alimentos, não sei bem. Os interesses são nebulosos e minha inteligência não consegue alcançar. Com a regulação, os mesmos consumidores pagariam seus tratamentos. Com os impostos arrecadados. Considero injusto uma pessoa que nunca usou drogas financiar tratamento de drogado. Sim, é ele quem paga porque é do cidadão que trabalha e paga imposto o pagamento do tratamento de quem usa drogas.

O que destaca sobre o homem mais rico do Brasil é ser ele um vendedor de drogas, um traficante legalizado, uma pessoa que vive da doença alheia, de um viciado, tal como um dono de buteco sujo, vendendo cerveja para um bêbado. Se produzir e vender bebida alcoólica deu um Al Capone nos USA, a cocaína e maconha cunhou um Pablo Escobar na Colômbia. Captou a diferença?

Não vale a pena mas se quiser saber mais KLIKA 

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